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Captura de CO2 em carvões ativados derivados da biomassa de bagaço de cana de açúcar (Saccharum officinarum)

Processo: 18/03138-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Energia de Biomassa Florestal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:André Henrique Rosa
Beneficiário:Christiano Bruneli Peres
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia. Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Sorocaba. Sorocaba , SP, Brasil
Assunto(s):Carvão ativado   Biomassa

Resumo

A elevada preocupação com as questões ambientais recorrentes, em especial o aquecimento global, aderidos a busca concreta pela redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, tem alavancado a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que visam a captura e armazenamento de CO2. Materiais sólidos adsorventes estão sendo utilizados com o objetivo de adsorver gases poluentes. Um desses materiais é o carvão ativado advindo de biomassas, que possui uma acessibilidade econômica favorável, se comparada aos materiais adsorventes sintéticos e comerciais. Os carvões ativados serão preparados e caracterizados a partir da biomassa lignocelulósica do bagaço de cana de açúcar (Saccharum officinarum). O bagaço da cana será usado como adsorvente na captura de CO2. Para isso, a pirólise da biomassa será previamente realizada, e a ativação química dos carvões, será feita com o hidróxido de potássio (KOH). O objetivo do trabalho, será a captura de CO2 adotando carvões ativados de biomassas como adsorventes, além da caracterização desses produtos. Para a captura do dióxido de carbono, será realizado por termogravimetria, em um analisador termogravimétrico, os dados obtidos serão trabalhados no modelo cinético de pseudo-segunda ordem, obtendo as concentrações de adsorção do gás no adsrovente. Será obtido também a área superficial específica (método BET), volume e tamanho de poros (método BJH), em analisador de adsorção e área superficial. Para caracterização, serão feitas: análise térmica, difração de raios-X, microscopia eletrônica de varredura (MEV) com espectroscopia de energia dispersiva por raios-X (EDX) e espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR).