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Florestas Montanas e campos de altitude na Serra do Mar e no planalto do Itatiaia durante o Holoceno Médio: implicações paleoecológicas, paleoclimáticas e biogeográficas

Processo: 18/09947-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Paleobotânica
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo de Oliveira
Beneficiário:Maicon Alicrin da Silva
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/50683-2 - Vulnerabilidade de populações sob cenários extremos, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Palinologia   Paleoecologia

Resumo

O objetivo principal deste estudo é testar hipóteses de interesse paleovegetacional, paleoclimático, paleoecológico. A premissa básica assume que durante o Holoceno Médio, o Brasil sofreu grandes mudanças ambientais que causaram reconfiguração de vários ecossistemas. Este período é marcado por grande variação do nível relativo do mar global, com razões isotópicas de oxigênio em espeleotemas que sugerem clima mais seco do que o presente. Trabalhos baseados em palinologia e isótopos de carbono da matéria-orgânica dos solos têm inferido clima menos úmido na maioria das regiões do bioma Mata Atlântica. A hipótese central desta pesquisa, busca verificar se florestas montanas do Sudeste do Brasil migraram para altas elevações da região da Floresta Atlântica e mantiveram microrefúgios localizados acima de 1000 m de elevação como resposta ao aumento das temperaturas ambiente durante o Holoceno Médio. O teste desta hipótese será feito através da análise palinológica, isotópica e geoquímica em sedimentos datados do para o período de interesse em duas localidades com diferentes altitudes, sendo estas, Parque Estadual Serra do Mar, Núcleo Curucutu (SP), 1000 metros de elevação e no campo de altitude do Parque Nacional do Itatiaia (MG), 2300 metros. A justificativa e impacto gerado por este estudo estão diretamente relacionados ao teste da hipótese de que houve migração de florestas montanas para elevações maiores durante o aquecimento do Holoceno Médio sendo este considerado análogo do aquecimento global da atualidade, sendo estudo base para definir áreas prioritárias de conservação.

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