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Piranoantocianinas de vinho tinto: efeito no potencial redox de células b-pancreáticas submetidas ao estresse oxidativo

Processo: 18/16510-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Neuza Mariko Aymoto Hassimotto
Beneficiário:Stephanie Patricia Teran Rivera
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07914-8 - FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos, AP.CEPID
Assunto(s):Estresse oxidativo   Antocianinas   Células secretoras de insulina   Vinho

Resumo

O estresse oxidativo é um dos fatores determinantes no desenvolvimento e agravo das doenças crônicas não transmissíveis. Em células ²-pancreáticas, o estresse oxidativo pode levar a prejuízo na função celular, como a síntese e secreção de insulina, além de induzir a apoptose. A visitinin A, e em menor quantidade as antocianinas, é um dos principais pigmentos que conferem cor ao vinho envelhecido. A vitisin A é uma piranoantocianina resultante da condensação do malvidina-3-O-glucosídeo e o ácido pirúvico e apresenta capacidade antioxidante similar ao composto precursor. Devido à sua capacidade antioxidante, pode contribuir atenuando os efeitos deletérios do estresse oxidativo em células ²-pancreáticas, contribuindo para a melhora em sua função. Raros são as informações acerca da contribuição da visitinin A sobre os efeitos benéficos à saúde atribuídos ao vinho tinto. Assim, o objetivo deste trabalho consiste em avaliar o efeito da piranoantocianina extraído de vinho tinto, a visitin A, na proteção à função de células ²-pancreáticas submetidas ao estresse oxidativo. Para isso, células ²-pancreáticas da linhagem Min6 serão incubadas com colesterol para a indução do estresse oxidativo e com a piranoantocianina para avaliar o efeito no estado redox da célula. Este estudo permitirá uma compreensão mais ampla e detalhada de como os compostos do vinho tinto podem exercer efeito protetor sobre as células ²-pancreáticas.