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Análise imunoistoquímica comparativa da infiltração de Linfócitos T regulatórios na queilite actínica e carcinoma espinocelular de lábio inferior

Processo: 18/04043-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Jorge Esquiche León
Beneficiário:Bárbara Francé Vanzolin
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Carcinoma de células escamosas   Microambiente tumoral   Células tumorais   Inflamação   Linfócitos T reguladores   Sistema imune   Imuno-histoquímica

Resumo

O carcinoma espinocelular (CEC) oral (CECO) é um dos tipos mais comuns de câncer da região de cabeça e pescoço. Diferentemente do CECO, o qual está associado com fatores de risco como tabaco e álcool, o CEC de lábio inferior (CEC-LI), frequentemente associado com a exposição solar, segue um curso clínico menos agressivo e com baixas taxas de metástase. A queilite actínica (QA), uma desordem potencialmente maligna comumente localizada em lábio inferior, também está associada com a exposição crônica à radiação solar, podendo dar origem a CEC-LI. Estudos têm demonstrado que as interações entre células neoplásicas e células do sistema imune podem modular a progressão e o desenvolvimento do tumor. Neste processo, as células neoplásicas parecem ter habilidades no recrutamento de diferentes tipos de células imunes induzindo uma supressão da resposta imune no microambiente tumoral. Particularmente, os linfócitos T regulatórios (LTregs), os quais expressam constitutivamente CD4, CD25 e o fator de transcrição nuclear FOXP3, são células que regulam a imunotolerância e medeiam respostas imunossupressoras. Estudos prévios em CECO têm mostrado presença significativa de LTregs no compartimento estromal do microambiente tumoral, provavelmente favorecendo a tumorigênese. No entanto, o estabelecimento destas populações de LTregs na carcinogênese do lábio inferior ainda não está bem esclarecida. Estudos desta natureza podem ajudar a entender a interação de LTregs com a patogênese da QA (n=30) e CEC-LI (n=30), com implicâncias imunoterapêuticas.

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