Busca avançada
Ano de início
Entree

Os efeitos macroeconômicos da poupança compulsória

Processo: 18/11509-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Métodos Quantitativos em Economia
Pesquisador responsável:Marcelo Rodrigues dos Santos
Beneficiário:Rafael Rocha de Azevedo
Instituição-sede: Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/12747-0 - Os efeitos das contas do seguro desemprego no equilíbrio do mercado de trabalho com a informalidade, BE.EP.DD
Assunto(s):Caderneta de poupança   Economia do bem estar social   Seguridade social   Capital (economia)   Trabalho   Fundo de garantia por tempo de serviço

Resumo

Há uma grande preocupação na literatura em entender os problemas vinculados a baixa poupança. No nível do indivíduo, algumas pesquisas investigaram o motivo que leva às pessoas, especialmente de baixa renda, economizarem pouco pensando na aposentadoria. Por outro lado, num enfoque mais agregado, outros trabalhos examinam o impacto do baixo investimento, causado pela menor poupança, no crescimento econômico e nas taxas de juros. Com o objetivo de elevar a poupança, vários instrumentos foram propostos. Entre eles, o uso da poupança compulsória surge como uma alternativa eficiente devido a presença de um mecanismo de compromisso. Esse dispositivo é valorizado por pessoas com problemas de autocontrole, tendo o potencial de elevar a poupança e o bem-estar. Contudo, seus efeitos são complexos e pouco estudados devido a potencial absorção da poupança voluntária e a sua interação com outros sistemas de seguridade social. Com o intuito de preencher esse gap, desenvolvemos uma economia de geração sobreposta com agentes heterogêneos e mercados incompletos, na presença de um sistema de seguridade social. Nossa economia é calibrada segundo a experiência brasileira que possui o FGTS como poupança compulsória. Através de algumas reformas que integram o FGTS com alguns regimes de seguridade social, nosso trabalho avaliará quantitativamente os impactos macroeconômicos desses regimes em variáveis como poupança agregada, oferta de trabalho e bem-estar, considerando tanto os efeitos de longo prazo, quanto a transição entre os estados estacionários. (AU)

Mapa da distribuição dos acessos desta página
Para ver o sumário de acessos desta página, clique aqui.