| Processo: | 17/20553-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Murilo Vieira Geraldo |
| Beneficiário: | Maria Gabriela Ferreira Mulato |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biomarcadores MicroRNAs |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomarcadores | estímulo ovariano controlado | MicroRNAs | Reprodução Humana Assistida |
Resumo A infertilidade conjugal é a incapacidade de conceber após um ano de relações sexuais regulares sem o uso de métodos contraceptivos, sendo que as técnicas de Reprodução Humana Assistida (RHA) são as utilizadas para realizar o tratamento, dentre estas temos o estímulo ovariano controlado (EOC). No entanto, observa-se resposta variada aos protocolos de EOC, desde ausência até hiperestímulo ovariano, e marcadores séricos são utilizados para otimizar os protocolos, evitar o cancelamento de ciclos e complicações clínicas, mas ainda sim estes ocorrem. Os microRNAS (miRNAs), pequenos RNAs não codificadores de proteína, parecem controlar a função ovariana tanto na Síndrome do Ovário Policístico quanto na resposta ao EOC. E a sua detecção em soro e plasma evidencia um importante papel destes como marcadores moleculares e preditores de doenças. Porém, o potencial desses como marcadores de resposta ao EOC permanece pouco esclarecido. Assim, este projeto busca avaliar o potencial preditivo de miRNAs circulantes em resposta ao EOC, em soro de pacientes submetidas a ciclos de RHA. Será coletado sangue periférico de pacientes, antes do EOC (n=90) e, após este, serão classificados nos grupos: (1) normorespondedora (NR, n=30); (2) hiperestímulo (Hiper, n=30); (3) baixa resposta (Pobre, n=30). A fração de pequenos RNAs será isolada do soro e submetida à detecção de miRNAs em larga escala por PCR Quantitativo em Tempo Real. miRNAs diferencialmente expressos serão validados posteriormente em coorte independente de pacientes. Visamos obter uma assinatura molecular de miRNAs capaz de predizer o tipo de resposta ao EOC, contribuindo para a otimização dos protocolos, melhores resultados de estimulação e sucesso no tratamento. | |
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