Busca avançada
Ano de início
Entree

Proteína esfoliativa D (ETD) de Staphylococcus aureus: inativação/ativação por peptídeos sintéticos e caracterização dos complexos

Processo: 18/10736-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Pesquisador responsável:Raghuvir Krishnaswamy Arni
Beneficiário:Carolina Gismene
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular   Desmogleína 1   Staphylococcus aureus   Peptídeos

Resumo

Linhagens virulentas de Staphylococcus aureus secretam fatores de virulência que podem desempenhar papéis importantes no estabelecimento e proliferação da bactéria. Dentre eles, as toxinas esfoliativas (ETs), encontradas em 4 isoformas (ETA, ETB, ETC e ETD), são exotoxinas que provocam a perda da adesão celular na epiderme de diversos organismos, causando a síndrome da pele escaldada (SSSS). As ETs de S. aureus são serino proteinases que exibem uma alta especificidade por seus substratos e seus mecanismos de ação, extremamente complexos, permitem a bactéria penetrar pela epiderme, facilitando a progressão eficiente da infecção. A desmogleína 1 (Dsg1), uma proteína responsável pela adesão celular na epiderme, é seletivamente clivada pelas ETs. Resíduos encontrados, entre as posições 271 e 277 da Dsg1 humana e murina, são cruciais para que ocorra a clivagem da ligação peptídica deste substrato entre os resíduos Glu381 e Gly382. Cinco destes resíduos estão envolvidos no acoplamento das ETs às Dsgs e serão utilizados como base para o desenho de peptídeos sintéticos que interajam especificamente com a ETD.