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Células solares à base de perovskitas de bismuto e antimônio

Processo: 18/14699-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica
Pesquisador responsável:Ana Flávia Nogueira
Beneficiário:Isabella de Arandas Silva
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/11986-5 - Divisão de Pesquisa 1 - portadores densos de energia, AP.PCPE
Assunto(s):Energia solar   Células solares   Perovskita   Chumbo   Bismuto   Antimônio

Resumo

Devido à grande demanda energética da humanidade e a necessidade de se obter fontes mais limpas e renováveis se faz necessária a busca por formas alternativas de se conseguir energia. A energia solar é uma dessas formas, pois a luz solar está presente em todo o globo, possui baixíssimo custo para sua captação e é uma fonte infinita de energia, fornecendo em um dia para a Terra mais do que a humanidade necessitaria em um ano. Entretanto as atuais células e dispositivos fotovoltaicos eficientes são feitos de silício, cujo processo de beneficiamento (principalmente o de cristalização) ainda é caro, o que dificulta o uso amplo desta tecnologia. Neste sentido as perovskitas são atrativas, pois possuem band-gap e condução de cargas apropriados para a aplicação, são de fácil síntese e os seus precursores são em sua maioria muito baratos. Dentre elas as de chumbo se mostraram as mais eficientes, tendo eficiência similar às de silício, mas com a desvantagem de serem susceptíveis à umidade e utilizarem um elemento tóxico. Neste sentido este projeto visa o preparo de células solares a base de perovskitas contendo elementos pouco tóxicos como o bismuto, índio e o antimônio, que já mostraram serem promissores por possuírem band-gap similar às perovskitas contendo chumbo.

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