| Processo: | 18/17023-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica |
| Acordo de Cooperação: | Cognitive Science and Technology Council of Iran |
| Pesquisador responsável: | Sabine Pompéia |
| Beneficiário: | Bianca Aguiar Rodrigues Silva |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/02816-9 - O desenvolvimento das funções executivas quentes e frias durante o início da adolescência e suas relações com as mudanças no cronotipo: uma comparação entre culturas (Brasil e Iran), AP.R |
| Assunto(s): | Fatores socioeconômicos Adolescência Comportamento do adolescente Função executiva Cognição Sono |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adolescência | auto controle | Cronotipo | estágio puberal | fatores socioeconômicos | funções executivas | marcadores cognitivos da puberdade |
Resumo Funções executivas, um conjunto de processos cognitivos envolvidos na autorregulação do comportamento, maturam na adolescência, período marcado por outras mudanças fisiológicas que também afetam a cognição, como os padrões de sono. Ter desempenho executivo deficitário nesta fase de vida se traduz em vulnerabilidade e impacta o futuro dos jovens em termos de qualidade de vida e de saúde, desempenho acadêmico, comportamento antissocial, entre outros. Até que ponto a cultura e o status socioeconômico influenciam este desenvolvimento é pouco estudado e incerto. O tema do presente estudo é centrado na avaliação de uma gama de funções executivas necessárias para resolução de problemas cognitivos (funções executivas frias) e socioemocionais (funções executivas quentes) durante o início da adolescência. Tomaremos em consideração não só a idade, mas também o desenvolvimento puberal, cronotipo e padrões de sono, bem como a base sociocultural, estudando jovens do Brasil e do Irã, países com acentuada desigualdade social. Somente medidas comportamentais de domínio público e que não envolvam equipamentos complexos serão utilizadas para democratizar a reprodutibilidade dos achados. O estudo será transversal e incluirá mais de 300 participantes de 9 a 15 anos de idade provenientes de uma gama de contextos socioeconômicos. Fatores suscetíveis a intervenções para melhorar as funções executivas na adolescência serão determinados e os resultados serão divulgados à comunidade científica e ao público em geral. | |
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