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Efeito cicatrizante do plasma atmosférico em úlceras cutâneas em ratos diabéticos e não diabéticos

Processo: 18/15630-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Bruno Bellotti Lopes
Beneficiário:Samara de Sousa Mariano
Empresa:Surface - Engenharia e Soluções a Plasma Ltda
CNAE: Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente
Vinculado ao auxílio:17/00126-5 - Estudo do plasma atmosférico de argônio na cicatrização de úlceras cutâneas por excisão e queimadura em ratos induzidos ao diabetes, AP.PIPE
Assunto(s):Ferimentos e lesões   Úlcera cutânea   Cicatrização   Diabetes mellitus   Tecnologia de plasma   Modelos animais

Resumo

O processo de cicatrização é uma resposta biológica à lesão tecidual, é altamente controlado, caracterizado por uma cascata de eventos celulares e moleculares que interagem, a fim de que ocorra a reconstrução do tecido. Esse processo torna-se comprometido quando há patologias associadas como o diabetes, retardando o processo cicatricial. Várias são as terapêuticas para cicatrização de úlceras cutâneas, sendo o Cold Plasma um método inovador com importante potencial cicatrizante, que exibe um grande potencial como terapia no meio biomédico baseando-se no princípio de descargas iônicas e na emissão de radicais reativos. Estes componentes além de serem pró-esterilizantes, participam, diretamente, do processo natural de cicatrização e, com o auxílio de um aplicador (probe), são emitidos em direção à região ulcerada. Diante da relevância em se estudar alternativas terapêuticas e da escassez nos estudos que investigam o real potencial cicatrizante do Cold Plasma, torna-se relevante o estudo cicatrizante de úlceras cutâneas dorsais tratadas com o Cold Plasma em ratos diabéticos e não diabéticos. Serão realizadas excisões em punch de 1,5 cm de diâmetro no dorso de todos os ratos (diabéticos e não diabéticos), as quais serão tratadas topicamente com o plasma por 2, 7, 14 e 21 dias (n=5 ratos/tempo de seguimento). O grupo sham foi realizado nas mesmas condições, mas com o aparelho desligado. As úlceras serão fotografadas nos dias 0, 2, 7, 14 e 21 e realizado o índice de cicatrização das úlceras (ICU). Por meio das biópsias da pele/úlcera/cicatriz será realizada histologia em HE e tricrômio de Gomori para quantificações de infiltrado inflamatório, fibroblastos, vasos sanguíneos e colágeno, além de imunoistoquímica, Western blotting e estudos bioquímicos para quantificação de neutrófilos, macrófagos, citocinas, fatores de crescimento, colágeno, glicosaminoglicanos, marcadores do estresse oxidativo e antioxiodantes.

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