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Fenótipo osteogênico induzido pelo endotélio: lições da análise ultra-estrutural de tecido equivalente

Processo: 18/18785-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 15 de outubro de 2018
Vigência (Término): 14 de dezembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:Willian Fernando Zambuzzi
Beneficiário:Geórgia da Silva Feltran
Supervisor no Exterior: Alicia Ines Torres
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu, SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidad Nacional de Córdoba (UNC), Argentina  
Vinculado à bolsa:16/20505-8 - Geração e caracterização de esferoides de tecido endotelial e seu potencial osteopromotor, BP.MS

Resumo

O tecido ósseo é um tecido altamente especializado, abrigando um conjunto de células que suportam a formação do osso ao longo da vida, e sua capacidade regenerativa é comprometida durante o processo de envelhecimento. Este processo de regeneração e reparação óssea sistemicamente requer a sincronização de diferentes tipos de células capazes de recuperar o tecido perdido, preservando os aspectos originais. Nesse sentido, tem sido demonstrado que, durante a osteogênese, há sincronia entre as células endoteliais e osteoprogenitoras, mas pouco se sabe sobre o repertório proteômico envolvido.Entre nossos principais objetivos, explorar ferramentas alternativas para identificar as necessidades biológicas é a nossa vocação e, nesse sentido, caracterizamos uma cultura tridimensional de tecido endotélio, combinando células musculares endoteliais e lisas capazes de entender o crosstalk entre esses dois fenótipos celulares. Uma vez caracterizado, estamos interessados em compreender o repertório proteômico capaz de conduzir a manutenção do endotélio, bem como utilizar esse tecido funcional para avaliar a sinalização parácrina baseada no endotélio capaz de promover a osteogênese (processo 2016 / 20505-8). De fato, é urgente a compreensão sobre essa sinalização parácrina capaz de guiar a diferenciação dos osteoblastos. A fim de expandir a capacidade desses tecidos equivalentes para estimular a osteogênese, é necessário abordar a caracterização completa dos tecidos equivalentes. Aqui, para abordar essa questão, propusemos avaliar uma análise ultraestrutural completa das estruturas tridimensionais, também conhecidas como esferóides