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Mapeamento de polimorfismos genéticos reguladores da expressão gênica na interação entre Mycobacterium leprae e macrófagos

Processo: 18/17274-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Ana Carla Pereira Latini
Beneficiário:Bruna Leticia Martins
Instituição-sede: Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL). Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). Bauru , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/01744-9 - Mapeamento de polimorfismos reguladores da expressão gênica na interação entre Mycobacterium leprae e macrófagos, AP.R
Assunto(s):Expressão gênica   Hanseníase   Mycobacterium leprae   Células dendríticas   Macrófagos   Interações hospedeiro-patógeno

Resumo

A hanseníase é uma doença complexa, causada pelo Mycobacterium leprae, com alta prevalência na população brasileira. O patógeno é intracelular e tem predileção por macrófagos e células de Schwann. A susceptibilidade genética para a doença tem importância solidamente demonstrada, porém os estudos de epidemiologia genética não esclarecem a arquitetura genética da hanseníase. Macrófagos e células dendríticas (DCs) são os principais fagócitos envolvidos na resposta imune humana. No contexto de patógenos intracelulares, o milieu destas células é crucial para o desfecho da infecção. Fagossomos de DCs são ambientes restritivos aos patógenos, enquanto o ambiente de macrófagos parece ser mais permissivo, já que vias de replicação de patógenos estão ativadas nestas células (Betts et al. 2002). Assim, o estabelecimento da assinatura gênica na infecção pelo M. leprae para estes dois tipos celulares permitirá o entendimento pleno da interação entre o patógeno e o hospedeiro no início da resposta imune, que é a etapa decisiva para o desfecho de doença e formas clínicas. Propomos aqui a execução de experimentos que permitirão a identificação de loci associados com a doença partindo do mapeamento de reQTLs (response expression quantitative traits loci), que controlam a resposta de macrófagos infectados com o M. leprae.

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