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Distribuição espacial e dinâmica temporal dos corais de águas profundas da Bacia de Santos, e seu papel como hotspots de biodiversidade

Processo: 18/13141-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Biológica
Pesquisador responsável:Paulo Yukio Gomes Sumida
Beneficiário:Nayara Ferreira Carvalho
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Distribuição espacial   Dinâmica temporal   Recifes de corais   Biodiversidade   Bacia de Santos

Resumo

Os corais de águas frias estão entre os mais significantes engenheiros ecossistêmicos nas plataformas continentais, encostas, cânions, montes submarinos e sistemas de cordilheiras em todo mundo. No Brasil, tais organismos ocorrem apenas em águas profundas, já que as águas mais rasas são quentes e impróprias para a sobrevivência destes corais. Os esqueletos destes animais fornecem um habitat estrutural tridimensional complexo, que é utilizado por muitas outras espécies como refúgio ou como um lugar para se alimentar. Contudo, a distribuição destes corais está longe de ser totalmente compreendida. Assim, tendo em vista a necessidade de ampliar estes estudos relacionados aos corais profundos, em especial na região do Atlântico Sul, e ao fato de constituírem um rico reservatório natural da biodiversidade marinha do mar profundo, avaliar a variação espacial e a dinâmica temporal das comunidades recifais profundas da Bacia de Santos (Sudeste do Brasil), e determinar se os corais profundos atuam como hotspots de biodiversidade, é de suma importância no fornecimento de subsídios para um manejo adequado desses ambientes. Para tal, serão utilizados banco de dados gerado a partir de imagens de corais de águas profundas da Bacia de Santos, através de veículos operado remotamente pela empresa Petrobras, e, por meio de um observatório submarino não cabeado (financiado pela empresa Petrobras) que será instalado no talude entre 500 e 1000 m de profundidade. (AU)