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La ciudad que huye: expressões da (in)diferença na formação de bairros e condomínios fechados na região metropolitana de Buenos Aires a partir de 1970

Processo: 18/15067-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Josianne Francia Cerasoli
Beneficiário:Suelen Caldas de Sousa Simião
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):História urbana   História do cinema   Região metropolitana   Bairros   Condomínios fechados   Buenos Aires   Século XX

Resumo

Esse projeto tem como finalidade investigar o processo histórico de formação dos condomínios e bairros fechados na Região Metropolitana de Buenos Aires, a partir de 1970, e as relações entre sensibilidades, sociabilidades e espaço urbano, expressas na cinematografia argentina em meio aos impactos de políticas neoliberais no país. A investigação de tais relações sugere/exige, a articulação entre os estudos culturais e urbanos e os estudos fílmicos para abarcar distintas fontes documentais: escritos de arquitetos e urbanistas (planos, projetos e análises) concernentes à urbanização da Região Metropolitana de Buenos Aires; dados sobre a formação e expansão dos countries, assim como as alterações da legislação para incorporar esse novo modo de vida urbano; o curta-documentário de Lucrecia Martel, "La ciudad que huye" (2006); os filmes, "Cara de queso 'mi primer ghetto' (2006) de Ariel Winograd, "Una semana solos" (2007) de Celina Murga, "Las viudas de los jueves" (2009) de Marcelo Piñeyro, "Historia del Miedo" (2014) de Benjamín Naishtat, e "Los decentes" (2016) de Lukas Valenta Rinner. A hipótese central é que os filmes se apresentam não apenas como expressão, mas parte integrante de mudanças nas sensibilidades e sociabilidades nessa espécie de "cidade que foge", e nosso trabalho justifica-se pela inserção nesses debates buscando compreender os impactos e a profundidade da formação de tais urbanizações não apenas na forma, mas sobretudo na vida urbana. (AU)