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Avaliação da inflamação e angiogênese em retalhos de padrão axial toracodorsal associados ao uso do plasma rico em plaquetas em coelhos (Oryctolagus cuniculus)

Processo: 17/24628-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Andrigo Barboza de Nardi
Beneficiário:Caroline Yuri Kajiura
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia veterinária   Angiogênese   Inflamação   Procedimentos cirúrgicos reconstrutivos   Oryctolagus cuniculus   Imuno-histoquímica

Resumo

Quando os tecidos perdem sua viabilidade, há a possibilidade de repará-la empregando a cirurgia reconstrutiva. Para tal, pode-se utilizar retalhos ou enxertos. Os retalhos consistem de uma porção de tecido removido parcialmente do local de origem e transferido para o seu leito receptor, possuindo uma base que permite o suprimento sanguíneo necessário para a viabilidade do retalho. Os enxertos consistem na retirada total do segmento de pele transferido para um leito receptor distante, sendo eles mais sujeitos à isquemia e necrose após a implantação, por não serem irrigados pelo plexo braquial ou subdérmico. Com o intuito de obter sucesso após procedimento cirúrgico, pode ser empregado o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), produto capaz de favorecer a cicatrização por possuir fatores de crescimento (FC), estimular a angiogênese e diminuir o risco de necrose no pós-operatório. Com isso, objetiva-se nesse estudo avaliar a inflamação (presença de células inflamatórias) e a angiogênese (análise do endotélio vascular) em amostras de retalhos cutâneos de padrão axial toracodorsal associado ao uso do plasma rico em plaquetas. A inflamação será avaliada pela técnica de histoquímica pela contagem de células mononucledas e polimorfonucleadas. Além disso, será avaliada a reepitelização, proliferação fibroblástica, hemorragias e presença ou não de áreas de necrose em cortes histológicos corados pela Hematoxilina & Eosina (HE). A angiogênese será avaliada pela técnica de imuno-histoquímica pela contagem de células imunorreativas, utilizando-se anticorpos monoclonais (CD-31).