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Efeito do treinamento concorrente no mecanismo epigenético de metilação do DNA

Processo: 18/16513-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Carlos Ugrinowitsch
Beneficiário:Guilherme Defante Telles
Supervisor no Exterior: John Alan Hawley
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Australian Catholic University, Melbourne (ACU), Austrália  
Vinculado à bolsa:17/01297-8 - Efeito do treinamento concorrente no mecanismo epigenético de metilação do DNA, BP.MS
Assunto(s):Treinamento físico   Músculos   Força muscular   Células satélites de músculo esquelético   Fatores de regulação miogênica   Metilação de DNA

Resumo

Problema: As respostas agudas dos níveis de metilação do DNA em genes miogênicos e relacionados à ativação das células satélites (CSs) podem ser mecanismos que expliquem o menor ganho de força e massa muscular, conhecido como efeito de interferência, após um período de treinamento concorrente (TC) comparado ao treinamento de força (TF) isolado. Objetivo: Diante disso, o presente estudo tem por objetivo determinar e comparar as mudanças induzidas por uma sessão de TF, TA e TC nos níveis de metilação e expressão gênica dos genes miogênicos e dos genes relacionados à biogênese mitocondrial, bem como o curso temporal de ocorrência dessas mudanças. Métodos: 9 homens destreinados participaram de um desenho experimental randomizado, contra balanceado e cross over, em que cada sujeito realizou uma sessão de TF, TA e TC, separados por uma semana de recuperação. A sessão de TF foi composta por 2 séries de 8-12 repetições máximas com intervalo de 60s, de cada um dos exercícios Leg press 45° e cadeira extensora. A sessão de TA foi composta por 4 minutos de aquecimento com intensidade de 50% da velocidade atingida no consumo máximo de oxigênio (vVO2máx) durante o teste de VO2máx, seguido de 12 sprints de 1 min à 100% da vVO2máx e intervalo de 1 minuto à 50% da vVO2máx. A sessão de TC foi composta pelo protocolo de TF seguido pelo protocolo de TA, com intervalo de 5 minutos entre eles. Foram obtidas 4 amostras de tecido muscular em cada sessão experimental, sendo uma coletada imediatamente antes do exercício (Pré), e outras 3 após o exercício (imediatamente, 4 horas e 8 horas após), totalizando 12 amostras. A hipótese do presente trabalho é que a adição da sessão de TA ao TF atenuará a desmetilação dos genes miogênicos que modulam a ativação, proliferação e diferenciação das CSs, em comparação com o TF isolado, interferindo consequentemente no padrão da expressão desses genes, o que pode induzir ao efeito de interferência após um período de TC. (AU)