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Desenvolvimento de vacinas contra bactérias patogênicas para tilápia (Oreochromis niloticus): análises imunológicas e hematológicas

Processo: 18/18658-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Maria José Tavares Ranzani de Paiva
Beneficiário:Miguel Frederico Fernandez Alarcon
Instituição-sede: Instituto de Pesca. Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/05183-7 - Desenvolvimento de vacinas contra bactérias patogênicas para tilápia (Oreochromis niloticus): análises imunológicas e hematológicas, AP.R
Assunto(s):Prevenção   Tratamento   Bem-estar

Resumo

A pesca está atualmente em declínio devido à sobrepesca, às alterações climáticas, à poluição e à destruição do habitat marinho, e de água doce, entre outros fatores. A aquicultura está crescendo significativamente em todo o mundo. Alimentos suplementados com fármacos são frequentemente utilizados para manter os peixes de criação livres de doenças tais como Streptococcosis, Francisellosis e outras. Infelizmente, o uso de antimicrobianos em indústrias de aquicultura e ambientes aquáticos pode selecionar estirpes resistentes a patógenos e acumular antibióticos residuais em peixes e meio aquático. As bactérias resistentes aos antimicrobianos, ou os seus genes de resistência, podem ser transferidos para seres humanos. As medidas preventivas que utilizam a vacinação parecem ser necessárias para evitar o surto de doenças, mas as vacinas nem sempre são eficientes porque se baseiam em variantes estrangeiras das bactérias patogênicas e em outras condições de crescimento dos peixes. O objetivo deste projeto será desenvolver e testar vacinas monovalentes e trivalentes para tilápia, utilizando três bactérias patogênicas do Brasil (Francisella noatunensis subspécie orientalis, Streptococcus agalactae e Aeromonas hydrophila). Assim, quatro grupos de 50 tilápias de 10 g serão criados à temperatura de 25 ± 2 ºC e em fotoperíodo de 12 h luz/12 h escuridão. Para a preparação de vacinas, as bactérias patogênicas que crescem nos seus meios apropriados, serão mortas adicionando 1% de formaldeído. Injetar-se-ão 0,05 mL-1 de vacina com 109 células mL-1 de concentração na cavidade visceral dos peixes, após 20 dias o reforço será injetado com a mesma quantidade e finalmente será realizado teste de desafio quatro semanas mais tarde. A exploração dos resultados será realizada medindo o efeito bactericida do plasma in vitro e o ELISA para a determinação dos títulos de anticorpos. Os dados serão submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey.