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Análise do papel do TGF-² na resistência à droga contra os tumores de células germinativas (TCG) através da regulação das células-tronco, apoptose e transição epitélio-mesenquimal (EMT)

Processo: 18/13026-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Mariana Tomazini Pinto
Beneficiário:Letícia Maria Barbosa Tufi
Instituição-sede: Hospital do Câncer de Barretos. Fundação Pio XII (FP). Barretos , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular   Neoplasias embrionárias de células germinativas   Células-tronco   Epitélio   Apoptose   Cisplatino   Invasão celular   Histogênese   Citometria de fluxo   Western blotting

Resumo

O tumor de célula germinativa (TCG) é uma doença que acomete cerca de 3,3% dos canceres infantis. O tratamento do TCG é de acordo com a histogênese apresentada pelo tumor, mas é sabido que o tratamento com a cisplatina tem grande relevância quando observado a sobrevida dos pacientes. Entretanto, alguns pacientes apresentam resistência a esse composto. Um mecanismo relacionado com o desenvolvimento do câncer, metástase e resistência a drogas é a transição epitélio-mesenquimal (EMT), um processo no qual as células epiteliais perdem as suas características e adquirem fenótipo de célula mesenquimal com capacidade invasiva e migratória. Essa transição pode ser induzida por diversos fatores, sendo o principal deles o fator de crescimento transformador beta (TGF-ß). A ativação da EMT por TGF-ß também está associada com as propriedades das células-troco cancerosas (CSCs) influenciando a sensibilidade dos tumores à drogas quimioterápicas. Portanto, este trabalho busca avaliar o papel do TGF-ß em tumores de células germinativas resistentes ao tratamento com cisplatina através da regulação da EMT, das CSCs e apoptose. Para o desenvolvimento dessa proposta, será utlizado linhagem de TCG resistente à cisplatina e os níveis de expressão de TGF-ß, marcadores da EMT, apoptose e stemness serão analisados por PCR em tempo real, Western blot e citometria de fluxo. Ademais, a capacidade de migração e invasão celular também será avaliada. O entendimento do papel do TGF-ß na resistência a cisplatina permitirá uma melhor compreensão dos mecanismos moleculares envolvidos no tratamento dos TCGs e contribuirá para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas.