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Cães e gatos domésticos em áreas protegidas: fatores que favorecem a invasão

Processo: 18/07886-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 17 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 16 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Rita de Cassia Bianchi
Beneficiário:Rita de Cassia Bianchi
Anfitrião: Matthew E. Gompper
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Missouri, Columbia (UM), Estados Unidos  
Assunto(s):Áreas de conservação   Carnívoros   Destruição de habitat   Animais domésticos   Cães   Gatos

Resumo

A perda e a fragmentação de habitat são os principais responsáveis pela redução das populações de mamíferos carnívoros. O cenário é ainda mais crítico em regiões onde a expansão agropecuária é intensa e como consequência as perdas de espécies podem ser maiores em biomas considerados hotspots. Os impactos sobre as populações de carnívoros podem ser potencializados em função de uma crescente e importante ameaça, a introdução de espécies exóticas, como cães e gatos domésticos. É esperado que as espécies de maior porte sejam as mais afetadas pelos impactos antrópicos e que ainda, sua ausência leve a um aumento da entrada de cães e gatos em áreas protegidas. Assim, a entrada de espécies exóticas pode tornar esse cenário ainda mais complexo, levando a alterações em toda a comunidade de mamíferos. O principal objetivo do projeto será avaliar os principais fatores que favorecem a entrada de espécies exóticas como cães e gatos em áreas protegidas, bem como entender a co-ocorrência espacial e temporal entre essas espécies. Dados de áreas protegidas norte-americanas e brasileiras serão analisados e a singularidade das relações entre os carnívoros exóticas e silvestres será analisada nos diferentes contextos. Os resultados nortearão medidas de manejo e conservação tanto para as áreas avaliadas, muitas delas Unidades de Conservação brasileiras ainda sem plano de manejo, bem como para as espécies de carnívoros, dentre elas muitas ameaçadas de extinção.