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Avaliação da resposta glicêmica e lipidêmica ao consumo de casca de tucumã-da-Amazônia (Astrocaryum aculeatum) em modelo experimental de obesidade

Processo: 18/12897-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Mário Roberto Maróstica Junior
Beneficiário:Camila Souza Leal
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Obesidade   Resistência à insulina   Inflamação crônica   Liofilização   Índice glicêmico   Bioensaio   Modelo experimental

Resumo

A obesidade é uma pandemia caracterizada pela inflamação crônica e impactonegativo em todo o organismo. Assim, pesquisas vêm buscando alternativas para controlar e/ou minimizar os efeitos dessa doença e de suas comorbidades,como a utilização de alimentos funcionais. O tucumã-da-Amazônia (Astrocaryum aculeatum) é uma fruta nativa da região amazônica com potencial agroeconômico e biológico pouco explorado. Pesquisas revelam que a frutaconta com um grande número de compostos bioativos, que possuem reconhecida ação antioxidante, antiobesogênica, hipoglicêmica e hipolipidêmica. Portanto, o estudo da aplicação deste fruto, no controle da obesidade e suas doenças associadas é oportuna. Deste modo, o escopo deste trabalho será avaliar a capacidade do tucumã-da-Amazônia (Astrocaryum aculeatum) na prevenção de eventos fisiopatológicos relacionados ao controle glicêmico elipidêmico. Para tal, os frutos serão submetidos à liofilização, e terão então avaliados os macronutrientes. A casca de tucumã-da-Amazônia liofilizada será incorporada às dietas normolipídica e hiperlipídica para realização de ensaio biológico em camundongos. Serão avaliados os seguintes parâmetros: lipidemia,glicemia de jejum e pós prandial, avaliação da sensibilidade à glicose, avaliação de sensibilidade à insulina e resistência à insulina.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: