| Processo: | 18/07896-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Cristoforo Scavone |
| Beneficiário: | Marina Saade |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/07427-8 - Envelhecimento e neuroproteção: ações da proteína Klotho no metabolismo energético, sinalização da Na,K-ATPase e respostas adaptativas no sistema nervoso central, AP.TEM |
| Assunto(s): | Neurofarmacologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Gpnmb | Neuroinflamação | Neurofarmacologia |
Resumo A GPNMB é uma proteína que está relacionada a mecanismos anti-apoptóticos e estudos recentes sugerem seu papel neuroprotetor. A GPNMB pode ser clivada e seu fragmento extracelular interage com a proteína transmembrana chamada Na+/K+-ATPase (NKA). A NKA é essencial no controle eletrolítico da célula e também possui papel sinalizador que influencia os processos inflamatórios. Diversos estudos apontam mudanças na atividade da NKA neural durante processos neuroinflamatórios e que a modulação da NKA resulta em efeitos sobre a neuroinflamação.A inflamação é um processo de defesa da célula, que pode ser induzida por diversos fatores, como o LPS. A inflamação desencadeia diversos processos celulares que podem ser nocivos ao organismo. Diversas células estão envolvidas neste processo, porém, no cérebro, os processos neuroinflamatórios são mediados majoritariamente por células da microglia e astrócitos.É cada vez mais estudada a correlação entre a neuroinflamação e neurodegeneração, relacionando-as ao envelhecimento e ao surgimento de doenças neurodegenerativas. Desta forma, este projeto tem como objetivo avaliar o papel da GPNMB nas vias inflamatórias em células da microglia, o qual pode ser um possível novo tratamento para as doenças neurodegenerativas. | |
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