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Síntese e fotorreticulação de poliésteres insaturados derivados de isosorbídeo e pantenol para a impressão 3D de dispositivos médicos reabsorvíveis

Processo: 18/12602-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Catalani
Beneficiário:Isabela Lima Autran Dourado
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Biomateriais   Poliésteres   Tecidos suporte   Equipamentos e provisões   Impressão tridimensional

Resumo

A impressão 3D vem se mostrando uma técnica muito promissora na área de biomateriais porque permite a produção, com alta precisão, de scaffolds inéditos. No entanto, a área médica requer, cada vez mais, que esses novos materiais tenham propriedades bastante específicas. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho se constitui na síntese de poliésteres insaturados fotorreticuláveis que possam ser utilizados como biomateriais inéditos para a impressão 3D de dispositivos médicos reabsorvíveis. As sínteses deverão ser investigadas em sistemas (i) lineares, formados de copolímeros produzidos a partir de diferentes pares diéster/diol, nos quais os dióis são isosorbídeo e pantenol e os diésteres insaturados são aqueles sintetizados a partir dos ácidos fumárico, glutacônico e trans-hidromucônico - esses copolímeros devem conter, também, o diéster saturado derivado do ácido adípico, e (ii) globulares, neste caso, formado por estruturas hiper-ramificadas baseadas nestes dióis e em ácidos tricarboxílicos, como por exemplo o ácido cítrico, seguido da funcionalização desses materiais utilizando derivados acrílicos. Com a inclusão de insaturações em ambos os casos, faz-se necessário um estudo da fotorreticulação desses copolímeros e das propriedades mecânicas dos filmes obtidos, de modo a demonstrar a viabilidade do uso desses poliésteres como novas resinas para impressão 3D. Para que isso seja possível, é necessário que o polímero fotorreticulável possua baixa massa molar, baixa viscosidade, biocompatibilidade e biodegradabilidade. (AU)