Busca avançada
Ano de início
Entree

Melhorando o desempenho biológico de uma nova blenda polimérica (látex natural e ácido polilático) através de modificações de superfície para regeneração óssea

Processo: 18/20089-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Rondinelli Donizetti Herculano
Beneficiário:Mariana Biondi Cesar
Supervisor no Exterior: Lisbeth Grondahl
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Queensland, Brisbane (UQ), Austrália  
Vinculado à bolsa:16/09736-8 - Desenvolvimento e caracterização de uma nova blenda polimérica (látex natural/ácido polilático) para aplicação biomédica, BP.IC
Assunto(s):Biomateriais   Ácido polilático   Blendas   Látex   Hevea brasiliensis

Resumo

O Látex Natural (NRL), extraído da Hevea brasiliensis, tem sido de grande importância devido à capacidade do látex em estimular a angiogênese, a adesão celular e a formação de matriz extracelular. No entanto, a biodegradabilidade do látex não é significativa quando comparada a outros polímeros utilizados para o desenvolvimento de materiais com aplicações biomédicas, o que é um fator preponderante para que seus usuários não necessitem de intervenção médica para removê-los. Para melhorar a biodegradabilidade e subseqüente bioabsorção das membranas de látex, o material foi associado ao ácido polilático, um polímero que possui propriedades como biocompatibilidade e biodegradabilidade, além de ser biorreabsorvível, ter baixa toxicidade e baixo custo é o mais estudado em biomédica, farmacêutica e campos ambientais. A caracterização física, química e biológica das membranas de mistura polimérica mostrou que o material possui interessantes propriedades a serem aplicadas na regeneração óssea, devido às suas desejáveis propriedades mecânicas, degradação com aumento de até 130% comparado ao NRL puro e ausência de citotoxicidade. Além disso, o material fornece uma superfície adequada para adesão, proliferação e diferenciação das células osteoblásticas (MC3T3-E1). Apesar disso, a hidrofobicidade dos polímeros é um fator que pode prejudicar a adesão celular e, portanto, todo o processo envolvendo a formação de um novo tecido. Desta forma, técnicas de modificação de superfície são uma alternativa para tornar o material mais adequado para o desenvolvimento de células, promovendo uma interação do material com células e fluidos biológicos. Duas técnicas serão utilizadas para modificar a superfície do material: radiação gama para adição de grupos carboxilatos e a produção e incorporação de nanopartículas de hidroxiapatita no material. (AU)