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Estimativa dos balanços de gases de efeito estufa da Amazônia utilizando modelo inverso de transporte atmosférico

Processo: 18/14006-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Pesquisador responsável:Luciana Vanni Gatti
Beneficiário:Luana Santamaria Basso
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/02018-2 - Variação interanual do balanço de gases de efeito estufa na Bacia Amazônica e seus controles em um mundo sob aquecimento e mudanças climáticas – Carbam: estudo de longo termo do balanço do carbono da Amazônia, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Gases do efeito estufa   Mudança climática   Amazônia

Resumo

O objetivo científico deste projeto é estimar os balanços de gases de efeito estufa da Amazônia durante um período de aproximadamente uma década e relacionar a variação inter-anual climática observada, suas a anomalias, mudanças climáticas e alterações humanas na superfície da terra, como, por exemplo o desmatamento. A relevância para esta pesquisa é a preocupação com os potenciais feedbacks das mudanças na floresta amazônica e no clima, tanto regional como global e no ciclo hidrológico tropical da América do Sul, afetando não apenas a população "local", mas também a global.Nossa proposta principal segue uma abordagem atmosférica para responder às perguntas sobre como os balanços de gases de efeito estufa da Amazônia estão mudando, como tambem um diagnóstico sobre quanto mudou e porque. Em palavras simples, esta abordagem consiste em medir os campos de concentração de gases de efeito estufa de baixa a média troposfera, acima da bacia ao longo da corrente de ar principal. A partir dos gradientes de concentração ao longo da corrente de ar - seja por emissão ou absorção - os fluxos de gases de efeito estufa podem ser estimados. Um aumento no perfil vertical implica em uma fonte ao longo do fluxo de ar e vice-versa. Em termos gerais, o principal fluxo de ar consiste em um loop começando com a entrada de ar na bacia ao longo da costa nordeste do Brasil a partir do leste. Massas de ar viajam então para os Andes, onde estão sendo direcionadas para o sul pela topografia e finalmente desviadas de volta para o Atlântico ao longo da borda sul da Bacia Amazônica. Claramente, informações sobre as taxas de transporte atmosférico e mistura são necessárias para tornar esta abordagem rigorosa, que pode, por exemplo, ser fornecida pelos modelos de transporte de ar atmosférico e constituintes do ar. A abordagem de amostragem atmosférica aqui tomada é para amostrar a baixa troposfera na sua totalidade, amostrando perfis verticais usando aeronaves.