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Monitoramento fetal em éguas gestantes submetidas à anestesia inalatória

Processo: 18/09347-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 30 de abril de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Renata Gebara Sampaio Dória
Beneficiário:Pedro Henrique Salles Brito
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Líquido amniótico   Hemogasometria

Resumo

Na medicina veterinária, diversas vezes, necessitamos realizar procedimentos cirúrgicos emergenciais em animais gestantes. Nesses casos, a monitoração fetal durante o procedimento anestésico é raramente realizada e, atualmente, há diversas opiniões sobre qual método seria o mais indicado para este acompanhamento. Na medicina humana, na maioria das vezes, não se realiza a monitoração fetal adequada, mas preconiza-se o monitoramento através de ultrassonografia e a presença de uma equipe obstétrica de prontidão para intervir quando identificarem sofrimento fetal. Geralmente, apenas emergências e cirurgias eletivas que não levem risco ao feto são realizadas, evitando-se, ao máximo, a anestesia geral em gestantes. Em se tratando de equinos, quadros como abdômen agudo, são muitas vezes emergências cirúrgicas, sendo necessária a realização de anestesia geral inalatória na égua prenhe, já com alterações sistêmicas oriundas da afecção envolvida. Atualmente, o principal parâmetro para se avaliar o sofrimento fetal é a frequência cardíaca, que está diretamente correlacionada ao débito cardíaco fetal e pode ser facilmente avaliada pelo ultrassom ou por eletrocardiograma materno fetal. Este projeto idealiza submeter éguas sadias, em terço final de gestação, à anestesia geral inalatória e realizar avaliações comparativas de ultrassonografia abdominal, eletrocardiograma materno fetal, doppler de artéria umbilical e hemogasometria seriada do líquido aminiótico, a fim de predizer o melhor método de monitorização fetal, correlacionando tais dados aos da monitoração materna.