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Órbitas de satélites artificiais planetários nas vizinhança da inclinação crítica

Processo: 18/09361-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Aeroespacial - Dinâmica de Vôo
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Rodolpho Vilhena de Moraes
Beneficiário:Alberto Enrique Rodriguez Castilla
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/24561-0 - A relevância dos pequenos corpos em dinâmica orbital, AP.TEM
Assunto(s):Trajetórias e órbitas   Satélites artificiais   Estabilidade

Resumo

Missões espaciais recentes mostram interesse na exploração de satélites lunares do nosso sistema solar aproveitando pontos/órbitas estáveis, por exemplo, para efetuar manobras com consumo mínimo de combustível. É sabido que quando se considera no potencial devido a distribuição não uniforme de massa do corpo central apenas termos seculares até a ordem do coeficiente J2, o sistema de equações que descreve o movimento orbital de um satélite artificial é integrável analiticamente. Nesse caso verifica-se também que o pericentro da órbita não precessiona quando a inclinação é 63º,43 e tal inclinação é chamada de "inclinação crítica". Quando outros termos do potencial são considerados a inclinação e o pericentro, dependem da longitude do nodo ascendente e oscilam ao redor de um determinado valor. O principal objetivo do presente projeto é a análise da estabilidade de órbitas de satélites espaciais orbitando satélites planetários nas vizinhanças da inclinação crítica.