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Modulação térmica da função pulmonar em infecção por P. brasiliensis

Processo: 18/21521-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Alexandre Alarcon Steiner
Beneficiário:Isabelle Monreal de Andrade Neiva
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/03418-0 - Hipotermia na Sepse: causas e consequências, AP.TEM
Assunto(s):Inflamação   Hipotermia   Pulmão   Micoses   Paracoccidioides brasiliensis   Febre   Imunidade   Resposta imune   Camundongos

Resumo

Existem evidências indicando que a hipotermia em formas graves de inflamação sistêmica não reflete falência termorregulatória, mas sim uma resposta regulada que pode ter valor biológico, por equilibrar a relação entre oferta e demanda de oxigênio no choque endotóxico e por limitar o infiltrado neutrofílico nos pulmões. Porém, tais benefícios a curto-prazo podem ter um custo no que se refere ao desenvolvimento da resposta imune dependente de linfócitos a longo-prazo. Neste projeto, essa questão será avaliada no modelo de infecção pelo fungo P. brasiliensis em camundongos B10.A, linhagem que responde ao fungo com uma resposta imune inata robusta e com uma resposta imune adquirida inadequada. Em experimentos preliminares, observamos que a resposta imune inata desses animais está associada ao desenvolvimento de hipotermia, e que tal hipotermia pode ser atenuada por exposição ao um ambiente levemente quente. Tal dependência da temperatura ambiente será empregada para testar a hipótese de que o desenvolvimento de hipotermia na fase aguda da infecção por P. brasiliensis compromete a capacidade dos camundongos de controlar a infecção na fase tardia da infecção e piora a função pulmonar nessa fase.