| Processo: | 18/15631-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2022 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Letras - Teoria Literária |
| Pesquisador responsável: | Antonio Alcir Bernardez Pecora |
| Beneficiário: | Ana Karla Carvalho Canarinos |
| Instituição Sede: | Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/14696-3 - A recepção do estruturalismo francês na crítica literária brasileira dos anos 1970 e 1980, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Crítica literária Estruturalismo Brasil Século XX |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Crítica literária brasileira | José Guilherme Merquior | Luiz Costa Lima | Roberto Schwarz | Silviano Santiago | teoria literária | Teoria literária brasileira |
Resumo O projeto propõe uma investigação sobre os diferentes posicionamentos da crítica e teoria literária brasileira das décadas de 1970-1980 diante do estruturalismo. Para tanto, utilizaremos as produções de Roberto Schwarz, Luiz Costa Lima, Silviano Santiago e José Guilherme Merquior ao longo dessas duas décadas. O problema central se refere aos diferentes posicionamentos dos críticos diante do estruturalismo e como essas diferentes posturas condicionam a crítica literária brasileira. O estruturalismo ganhou força no Brasil na década de 1970, quando recebeu diversas críticas de Roberto Schwarz e José Guilherme Merquior, e foi absorvido em suas modalidades diversas por Luiz Costa Lima e Silviano Santiago. Essa disputa ressaltou, por um lado, a força da dialética entre forma e processo social; de outro, a defesa do caráter autônomo do texto literário em relação aos fatores socioeconômicos. Portanto, a hipótese inicial deste projeto se desdobra em duas partes: 1) as divergências em relação ao estruturalismo geram disputas no campo da crítica literária, sobretudo através da crítica aos movimentos de vanguarda presente na estética modernista de 1920, e posteriormente na poesia concreta e no tropicalismo (1950-1960); 2) o debate em torno do estruturalismo ultrapassa a oposição binária entre crítica engajada e crítica formalista. Assim, o estudo destes quatro autores permitirá discutir: 1) a relação entre os problemas da constituição da teoria literária no Brasil e as disputas na crítica literária; 2) a relação que se estabelece entre a teoria e crítica literária brasileira e a teoria estrangeira, sobretudo no que concerne ao estruturalismo; 3) os problemas da institucionalização dos estudos literários no Brasil. (AU) | |
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