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Mecanismo de ação da toxina Cry1Ac de Bacillus thuringiensis em Helicoverpa armigera (Lepidoptera: Noctuidae)

Processo: 18/13974-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ricardo Antonio Polanczyk
Beneficiário:Igor Henrique Sena da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/00264-4 - Mecanismo de ação da toxina Cry1Ac de Bacillus thuringiensis em Helicoverpa armigera (Lepidoptera: Noctuidae), BE.EP.DR
Assunto(s):Entomologia   Bacillus thuringiensis   Helicoverpa armigera   Fosfatase alcalina   Proteínas   Toxicidade   Imunoprecipitação   Espectrometria de massas

Resumo

Helicoverpa armigera (Hübner, 1805) (Lepidoptera: Noctuidae) é uma importante praga exótica, altamente polífaga e de ampla distribuição geográfica. A utilização de proteínas Cry, produzidas pela bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) tem sido amplamente utilizada para o controle desta praga em todo o mundo, seja na forma de bioinseticidas e/ou plantas transgênicas expressando proteínas desta bactéria. Dentre as toxinas Cry que possuem atividade contra H. armigera, Cry1Ac se destaca como umas das mais tóxicas. No entanto, vários aspectos relacionados ao mecanismo de ação desta toxina se encontram não elucidados. Recentemente, foram identificadas as proteínas de ligação da toxina Cry1Ac nos ínstares iniciais de H. armigera (estádio larval altamente sensível à toxina Cry1Ac) por análises de imonuprecipitação seguido de sequenciamento por cromatografia líquida acoplada à espectrofotometria de massa (LC-MS) (BEPE/FAPESP 2016/21464-3). Assim, foram identificadas, uma fosfatase alcalina de 65 kDa (ALP), quatro aminopeptidase-N (1, 2, 3 e 4) (APN), proibitina e uma proteína de canal aniônico seletivo. Os objetivos deste projeto são analisar melhor o papel funcional destas proteínas na toxicidade de Cry1Ac sobre H. armigera, por meio de diferentes técnicas biotecnológicas e moleculares, bem como, validar a técnica de imunoprecipitação seguido de LC-MS para correta identificação de receptores funcionais para toxinas Cry. Com os resultados do presente projeto espera-se avançar no conhecimento em diversos aspectos do mecanismo de ação da toxina Cry1Ac em H. armigera. Desta forma, produzir bioinseticidas, e/ou cultivares transgênicas mais potentes contra este inseto e que, sobretudo, sejam capazes de retardar a evolução de insetos resistentes no campo. (AU)

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