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Avaliação do repertório de receptores de células b em pacientes com esclerose sistêmica tratados com transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas

Processo: 18/20343-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Kelen Cristina Ribeiro Malmegrim de Farias
Beneficiário:João Rodrigues Lima Júnior
Supervisor no Exterior: Deborah Dunn-Walters
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto, SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Surrey, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:16/24443-7 - Avaliação imunofenotípica, funcional e gênica de subpopulações de células b em pacientes com esclerose sistêmica submetidos ao transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas, BP.DR
Assunto(s):Sequenciamento de nova geração   Autoimunidade

Resumo

O transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas (AHSCT) surgiu como uma nova terapia para pacientes com esclerose sistêmica (ES) e induz remissão da doença a longo prazo. Nos últimos anos, poucos estudos relataram a reconstituição de subpopulações de células B após o AHSCT. No entanto, a avaliação da diversidade de receptores de células B (BCR) após o AHSCT precisa ser verificada. Resultados preliminares do nosso grupo mostraram um aumento de células B naïve recém-geradas após AHSCT. Além disso, pacientes que sofreram reativação da doença apresentaram uma contagem menor de células B naive antes do transplante e durante o acompanhamento, em comparação com pacientes que não recaíram, sugerindo que a renovação do repertório de células B estava associada a desfechos clínicos favoráveis. O objetivo deste projeto é avaliar a diversidade da Cadeia Pesada de Imunoglobulina (IGH) e da Cadeia Leve (IGL) em pacientes com ES que foram submetidos a AHSCT e correlacionar os resultados com as respostas clínicas de pacientes com ES após o transplante. Avaliaremos o repertório BCR pelo sequenciamento de nova geração (NGS) no início e diferentes momentos após o transplante. Este estudo ajudará a esclarecer os mecanismos imunológicos envolvidos com a terapia AHSCT para ES, que é necessário para melhorar o protocolo clínico e aplicar ainda mais com sucesso esta terapia em pacientes com ES.