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Estudo acerca da biopolítica em Foucault: elo população-governamentalidade

Processo: 18/07504-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Hélio Rebello Cardoso Júnior
Beneficiário:Damaris Caroline Quevedo de Melo
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Michel Foucault   População   Política (ciências sociais)   Poder político   Governo

Resumo

A obra de Foucault é subdividida em três fases que são: Arqueologia (1960), Genealogia (1970) e Estética da Existência (1980), cada uma das fases marca a sensível mudança ocorrida na metodologia foucaultiana, e delimita a trajetória de pensamentos do autor. Na década de 1970 (Genealogia), Foucault começa a delinear um novo sentido em seus estudos, passando a centralizar seus pensamentos na tecnologia do 'Poder'. O poder deve ser compreendido, em Foucault, como algo que funciona em rede, que transcorre toda uma estrutura social, que se capilariza em micropoderes. São duas as tecnologias políticas que marcam as relações de poder a partir do final do século XVIII: a disciplina e a biopolítica. As práticas disciplinares que foram antes utilizadas visando gerir os indivíduos. A Biopolítica contrasta com os modos tradicionais de poder que se baseiam na morte, ela representa um conjunto de tecnologias, que tem por finalidade o controle da vida populacional. Buscaremos estudar num primeiro momento como o biológico ganha uma visão política segundo Foucault. Especificamente, indagaremos o sentido da vida a partir do conceito de Biopolítica, e posteriormente analisaremos o porquê das populações serem um problema de ordem política na modernidade e quais os efeitos da biopolítca.