| Processo: | 18/16894-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Nuclear - Aplicações de Radioisótopos |
| Pesquisador responsável: | Neilo Marcos Trindade |
| Beneficiário: | Matheus Cavalcanti dos Santos Nunes |
| Instituição Sede: | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Alexandrita Dosimetria Termoluminescência Dosimetria por luminescência estimulada opticamente Radiação ionizante Detectores de radiação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alexandrita | Dosimetria | Osl | Termoluminescência | Luminescência de Compósitos |
Resumo Alexandrita (BeAl2O4:Cr3+) é um mineral da variedade crisoberilo amplamente encontrado no Brasil; porém, ainda é uma gema pouco conhecida quanto as suas propriedades físicas. O objetivo da pesquisa é investigar os efeitos de radiação ionizante beta em alexandrita utilizando a técnica de Luminescência Opticamente Estimulada (OSL). Espera-se que este mineral tenha potencial como dosímetro natural, uma vez que a sua composição contém 19,8% em peso de BeO e 80,2% em peso de Al2O3, sendo ambos os óxidos utilizados comercialmente como dosímetros. Recentemente, a investigação de minerais naturais de alexandrita mostrou que o sinal OSL aumenta linearmente em função de baixas doses usando radiação ionizante beta, portanto, alexandrita tem mostrado potencial para uso em dosimetria. Considerando suas propriedades luminescentes e que o Brasil é atualmente o maior produtor mundial desse mineral, este projeto propõe a caracterização de detectores no formato de pastilhas contendo alexandrita e um aglutinante polimérico. Deste modo, pretende-se ampliar a aplicação da técnica OSL no Brasil apresentando os detectores de alexandrita como uma alternativa mais acessível aos detectores OSL comercialmente disponíveis. A pesquisa será realizada em colaboração com a Universidade de São Paulo e Universidade Federal Tecnológica do Paraná. | |
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