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Sedentarismo e disfunção arterial em indivíduos pós-acidente vascular cerebral crônico

Processo: 18/19434-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2018
Vigência (Término): 30 de setembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Thiago Luiz de Russo
Beneficiário:Ana Carolina Gonçalves Vilarinho Ferreira
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/13655-6 - Sedentarismo e disfunção arterial em indivíduos pós-acidente vascular cerebral crônico, AP.R
Assunto(s):Sistema cardiovascular   Doenças cardiovasculares   Acidente vascular cerebral   Reabilitação (terapêutica médica)   Sedentarismo   Atividade física

Resumo

A incapacidade gerada pelo acidente vascular cerebral (AVC) induz um estilo de vida sedentário, aumentando o risco de desenvolvimento de novos eventos cerebrovasculares e/ou cardíacos. A disfunção arterial possui um papel importante na patofisiologia destes eventos. A disfunção endotelial, rigidez arterial e a disfunção do sistema nervoso autônomo estão associados com o aumento do risco de doenças cardiovasculares, morbidade e mortalidade, e parece haver uma correlação entre essas variáveis. Contudo, informações sobre o impacto do AVC sobre essas variáveis e como o comportamento sedentário as modifica nos pacientes pós-AVC são insuficientes. Logo, o objetivo deste projeto é caracterizar a função arterial frente ao tempo em sedentarismo de pacientes pós-AVC hemiparéticos na fase crônica. Para tal, será desenvolvido um estudo transversal com 30 indivíduos que tiveram AVC há pelo menos 6 meses e 30 sujeitos saudáveis, pareados por idade, sexo e índice de massa corporal. Avaliações serão realizadas em 2 dias, respeitando uma semana entre cada dia. No primeiro dia será avaliado o comprometimento sensório-motor dos voluntários pós-AVC e serão realizados o teste de caminhada de 6 minutos e o teste de caminhada de 10 metros. Por fim, serão colocados os acelerômetros no tornozelo dos voluntários que deverão utilizá-lo de forma ininterrupta durante 7 dias. No segundo dia, os acelerômetros serão removidos e serão avaliadas a função do sistema nervoso autônomo, a rigidez arterial e a função endotelial. Os dados serão submetidos a testes de normalidades e homogeneidade. Será utilizado o teste t de Student independente ou teste de Mann-Whitney para comparar as diferenças entre os grupos, e o coeficiente de correlação de Pearson ou de Spearman para correlacionar os dados.