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Influência do decúbito na ocorrência de shunt pulmonar em ovinos mantidos em anestesia inalatória

Processo: 18/15165-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Adriano Bonfim Carregaro
Beneficiário:Roberto Romano do Prado Filho
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Ovinos   Anestesiologia   Respiração artificial

Resumo

Modelos experimentais animais são amplamente utilizados na pesquisa científica. Dentre esses, a espécie ovina é uma das mais utilizadas em pesquisas biomédicas e no teste de biomateriais, visto que mimetiza condições clínicas semelhantes à de humanos. Durante anestesia geral inalatória estes animais estão sujeitos a hipoventilação e hipóxia, uma vez que os órgãos da cavidade abdominal exercem pressão sobre o diafragma, resultando em shunt pulmonar. Esta condição ocorre quando não há correta oxigenação dos alvéolos pulmonares, embora encontrem-se corretamente perfundidos. O presente estudo visa determinar o impacto de diferentes decúbitos durante a anestesia inalatória de ovinos, priorizando o estudo das alterações ventilatórias e de shunt pulmonar. Para esse fim, 7 ovinos hígidos, entre machos e fêmeas, serão submetidos a anestesia inalatória com isofluorano 1,3 CAM e mantidos em ventilação mecânica controlada por pressão (10 mmHg), com f fixada em 12 mpm e pressão positiva ao final da expiração em 0 mmHg (ZEEP). Imediatamente após indução anestésica, os animais serão submetidos a um de três diferentes tratamentos, a saber: decúbitos dorsal, lateral esquerdo ou lateral direito. A definição da ordem dos tratamentos será determinada de forma randomizada, sendo que todos os animais serão submetidos a todos os tratamentos, com duração de 120 minutos cada. O intervalo entre os tratamentos será de no mínimo 15 dias. Serão coletadas amostras de sangue arterial e venoso para análises de hemogasometria e hemograma imediatamente após indução anestésica, decorridos 60 minutos da indução e após 120 minutos de indução. Os resultados obtidos serão utilizados para se calcular a fração de shunt pulmonar, por meio de modelo matemático preestabelecido. Espera-se determinar um decúbito que favoreça mínimas intercorrências durante avaliações ventilatórias.

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