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Expressão de L-asparaginase de Erwinia chrysanthemi em tecnologia de síntese proteica livre de células

Processo: 18/15041-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Convênio/Acordo: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Pesquisador responsável:Gisele Monteiro
Beneficiário:Guilherme Meira Lima
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/08617-7 - Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico, AP.TEM
Bolsa(s) vinculada(s):19/09354-6 - Evolução dirigida da L-asparaginase para aprimoramento de sua estabilidade in vivo, BE.EP.MS
Assunto(s):Asparaginase   Biotecnologia

Resumo

A L-Asparaginase (L-ASNase) é um importante biofármaco utilizado atualmente para o tratamento da leucemia linfoblástica aguda. Por ser um produto biológico de origem bacteriana, extensivas etapas de purificação são imprescindíveis para a obtenção do produto final puro, impactando negativamente nos custos relacionados à sua produção. Novas alternativas mais econômicas e eficientes de obtenção deste bioproduto são portanto necessárias. Neste contexto, propõe-se, a partir deste projeto, a avaliação da capacidade de utilização da tecnologia de síntese proteica livre de células para a obtenção da L-ASNase recombinante de Erwinia chrysanthemi. A tecnologia consiste na utilização de extratos celulares e substratos energéticos capazes de expressar proteínas recombinantes in vitro, dispensando dessa maneira a utilização de células vivas. A tecnologia tem demonstrado alta eficiência de expressão proteica, mostrou-se ser escalonável a diferentes volumes de reação e, por ser um sistema aberto, permite um maior controle do processo e avaliação imediata dos níveis de expressão atingidos. A expressão de L-ASNase nesta tecnologia simplificaria seu processo biotecnológico e facilitaria o estudo e a caracterização de novas formas da enzima, além de contribuir para o aperfeiçoamento e o avanço da tecnologia de síntese proteica livre de células no âmbito da indústria biofarmacêutica.