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Avaliação do processo de adesão e proliferação celular em filmes finos de PEDOT-co-PDLLA sob regime de estímulo elétrico e aplicação de força mecânica

Processo: 18/18846-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 12 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 27 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química
Pesquisador responsável:Susana Inés Córdoba de Torresi
Beneficiário:Rubens Araujo da Silva
Supervisor no Exterior: Sarah Cartmell
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Manchester, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:17/08349-3 - Estudo do processo de adesão e proliferação celular em filmes finos de PEDOT-co-PDLLA suportado em eletrodo de Au funcionalizado com laminina, integrina e fibronectina, BP.PD
Assunto(s):Eletroquímica   Materiais   Copolímeros   Polímeros condutores   Proliferação celular

Resumo

Revestimentos de superfície funcionais é um aspecto chave para muitas aplicações biomédicas, desde suportes poliméricos para engenharia de tecidos, como matrizes inteligentes para a liberação controlada de fármacos. Dentro deste cenário, a síntese de novos materiais para aplicações biológicas e o desenvolvimento de novos processos apresentam-se promissores. Para isso, polímeros biocompatíveis apresentam-se interessantes para estudar o processo de adesão e proliferação celular, principalmente quando o polímero utilizado possui propriedades eletroativas. Apesar dessas características desejadas, sabe-se que a maioria dos polímeros condutores exibe baixa degradabilidade e possui citoxicidade considerável, limitando-os em possíveis aplicações de interesse biotecnológico. O copolímero de PEDOT-co-PDLLA mostra-se como uma alternativa, pois exibe as características físico-químicas e mecânicas necessárias para aplicações de interesse bioclínico, aliadas com propriedades eletroativas, biocompativeis e biodegradáveis somadas. Esse copolímero pode ser aplicado na adesão e proliferação celular, principalmente se funcionalizados com proteínas de ancoragem (laminina, integrina e fibronectina). As células aderidas podem posteriormente serem submetidas a estímulos elétricos para elevar o metabolismo e a proliferação celular. A influência da aplicação da força mecânica para avaliar o processo de diferenciação celular também apresenta-se interessante. O conhecimento e expertise da Profª Sarah Cartmell em biomateriais implantáveis na regeneração celular adicionaria um grande impacto positivo em nosso projeto de pesquisa. A principal vantagem do uso desse copolímero é a possibilidade de eliminação da necessidade de intervenção cirúrgica para a sua remoção, como ocorre em alguns casos com implantes metálicos, pois a ideia é que o copolímero se degrade ao mesmo tempo em que o tecido celular de interesse vai se regenerando. Espera-se que o procedimento a ser desenvolvido seja acessível para aplicação desse copolímero com propriedades condutoras e biodegradáveis à engenharia de tecidos de forma simples, de baixo custo financeiro e rotineiramente em situações bioclínicas. (AU)