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Regimes de deformação e tramas cristalográficas em zonas de cisalhamento transcorrentes rúpteis a rúpteis-dúcteis de grande escala: o sistema de cisalhamento Lancinha-Cubatão, Faixa Ribeira, Brasil

Processo: 18/21824-5
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 30 de junho de 2019
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Frederico Meira Faleiros
Beneficiário:Dina Isabel Guerreiro Cabrita
Supervisor no Exterior: Luca Menegon
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Plymouth University, Inglaterra  
Vinculado à bolsa:15/26645-3 - Evolução tectono-metamórfica do Terreno Embu e relações com Terrenos Adjacentes no Cinturão Ribeira Meridional (SP), BP.DR
Assunto(s):Mineralogia   Petrologia   Falhas (geologia estrutural)   Cisalhamento

Resumo

O Terreno Embu se insere nas porções central e meridional do Cinturão Ribeira em conjunto com os Terrenos Apiaí, Curitiba e Paranaguá. Este é composto por uma associação de rochas metassedimentares de fácies anfibolito inferior a superior, com intercalações concordantes de rochas calcissilicáticas, metaultramáficas, metamáficas e quartzito. Este terreno é uma das peças-chave no entendimento da evolução geotectônica do Cinturão Ribeira, sobre o qual existem atualmente dois modelos geotectônicos antagônicos. Um dos modelos coloca o Cinturão Ribeira como um orógeno colisional, enquanto o outro como um orógeno intracontinental. Este projeto tem como objetivo quantificar os processos metamórficos registrados no Terreno Embu, principalmente na sua porção oeste, para complementar dados já existentes e confrontar esses dois modelos de evolução geotectônica. Complementarmente irá ser estudado o seu limite sudeste com os Terrenos adjacentes (Terreno Apiaí, Costeiro e Curitiba), dado pela Megafalha de Cubatão, a maior estrutura de todo o Cinturão Ribeira. O papel geotectônico da Falha de Cubatão também é alvo de interpretações controversas, tendo sido interpretado como uma zona de sutura ou uma zona tardia de escape lateral. Os objetivos do projeto deverão ser atingidos utilizando-se os seguintes métodos: trabalhos de campo em escala regional e de detalhe, petrografia, geotermobarometria, litogeoquímica, análise microestrutural, tramas cristalográficas e geocronologia por métodos isotópicos. (AU)