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Biorrefinaria da casca do maracujá (Passiflora edulis sp.): extração de pectina e compostos bioativos e concentração dos extratos por membranas

Processo: 18/15737-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Engenharia de Alimentos
Pesquisador responsável:Julian Martínez
Beneficiário:Débora Tamires Vitor Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Processos de separação   Nanofiltração   Biorrefinarias   Passiflora   Maracujá   Pectinas   Compostos bioativos

Resumo

Estudos recentes vêm demonstrando que subprodutos de frutas, provenientes da agroindústria, são importantes fontes de compostos bioativos e polissacarídeos, como a pectina, amplamente utilizados na indústria alimentícia. Utilizar tecnologias emergentes de extração e separação destes compostos é uma alternativa atraente, pois são métodos limpos que utilizam solventes atóxicos e produtos de alta qualidade. Neste contexto, o conceito de biorrefinaria será aplicado para o aproveitamento do subproduto do processamento de maracujá azedo (Passiflora edulis), especificamente a casca do maracujá, que é uma rica fonte de pectina e compostos fenólicos. A proposta de biorrefinaria inclui a obtenção destes compostos utilizando técnicas de extração emergentes, como: extração com líquidos pressurizados, líquidos expandidos com CO2, extração assistida por ultrassom e concentração dos compostos de interesse através de processos de separação por membranas, especificamente a nanofiltração. As extrações serão realizas em cinéticas e avaliadas fenomenologicamente com o auxílio de modelagem matemática, utilizando os modelos Spline e Two-Site. A casca do maracujá e a biomassa residual das extrações serão analisados em termos de composição química e propriedades físicas visando às suas possíveis aplicações comerciais. Os extratos serão avaliados quanto ao rendimento, conteúdo de fenólicos totais, capacidade antioxidante (ORAC, FRAP e DPPH), e identificação e quantificação dos compostos fenólicos. A pectina extraída da biomassa residual das extrações será caracterizada quanto ao rendimento, teor de ácido galacturônico e grau de esterificação. Os seguintes parâmetros serão considerados para avaliação do processo de nanofiltração relacionados à caracterização das correntes de permeado, concentrado e alimentação: fluxo mássico de permeação, índice de retenção do composto de interesse, fenólicos totais, sólidos totais, ORAC, FRAP e DPPH, fator de concentração mássico, diminuição do fluxo, redução do volume e fator de redução volumétrico. (AU)

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