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Da percepção à preservação: reflexões sobre a ativação do complexo FEPASA de Jundiaí

Processo: 18/17443-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Projeto de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Eduardo Romero de Oliveira
Beneficiário:Matheus Alcântara Silva Chaparim
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Cotidiano   Mudança social   Preservação arquitetônica   Patrimônio arquitetônico   Ferrovias urbanas   Jundiaí (SP)

Resumo

Dentro de um contexto de rápidas transformações urbanas e sociais, torna-se de grande importância pensar ações voltadas para a preservação e conservação dos bens patrimoniais. Ao tomar como estudo de caso o Complexo FEPASA da cidade de Jundiaí, e se atentar à realidade que o bem está inserido, indaga-se: como apreender esse espaço ferroviário de maneira a pensar a sua ativação no cotidiano da sociedade? O caminho teórico pelo qual se procura desenvolver esta questão advém de obras como a Fenomenologia da Percepção (1999) de Merleau-Ponty, a Teoria da Deriva (2003) de Guy Debord, e A Invenção do Cotidiano (2008) de Michel de Certeau. Por sua vez, a conexão entre a temática patrimonial e os procedimentos metodológicos baseados na experiência fenomenológica do patrimônio edificado é alicerçada na obra de François Choay, A Alegoria do Patrimônio (2001). Autores arquitetos como Juhani Pallasmaa (2011, 2016), Peter Zumthor (2006, 2009), Steven Holl (2011) e Josep Montaner (2014, 2016) também foram considerados. Como objetivo geral, esta pesquisa visa apreender o espaço do Complexo FEPASA da cidade de Jundiaí a partir de derivas perceptivas, para identificar e registrar as práticas espaciais que ocorrem no local, além de estabelecer sinergias com os seus usuários. Inicialmente, procura levantar fontes documentais e bibliográficas relacionadas às temáticas estudadas e sobre o Complexo FEPASA de Jundiaí. Em seguida, por meio das experiências fenomenológicas (PALLASMAA, 2011) e das vivências durante as derivas (DEBORD, 2003), possibilita-se apreender o espaço patrimonial e suas práticas cotidianas (CERTEAU, 1999) para compor uma cartografia psicogeográfica. Ao final, visa-se levantar questionamentos sobre a situação atual do espaço estudado para auxiliar em sua preservação através de subsídios para ações de ativação. (AU)