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Mapeamento da produção, produtividade e qualidade da fibra de cultivares de algodão em resposta ao nitrogênio e à densidade de plantas

Processo: 18/20829-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 30 de novembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Fábio Rafael Echer
Beneficiário:Leonardo Vesco Galdi
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Produção vegetal   Índice de área foliar   Algodão   Fibra de algodão   Nitrogênio

Resumo

O cultivo de algodão em regiões sub-tropicais brasileiras, a exemplo do que ocorre em Paranapanema-SP, tem se apresentado como uma importante atividade agrícola na composição dos sistemas de produção. A limitação desses ambientes são as temperaturas baixas ao final do ciclo, portanto a janela de cultivo é mais estreita comparado ao Cerrado brasileiro. Assim, as técnicas de cultivo que promovam a precocidade da produção são desejáveis, uma vez que o alongamento do ciclo aumenta os custos de produção. A hipótese do trabalho é que o cultivo do algodoeiro sob menores populações aliado a dose moderada de N pode favorecer o pegamento de estruturas frutíferas no baixeiro da planta, principalmente em cultivares que concentram a produção nesse terço. O objetivo do trabalho será avaliar a distribuição da produção, a produtividade e a qualidade da fibra de cultivares de algodão submetido a diferentes doses de nitrogênio e densidades populacionais. O delineamento experimental utilizado será em blocos ao acaso em esquema fatorial 4x2 com quatro repetições. Serão conduzidos dois experimentos, um com a cultivar de ciclo precoce FM 906GLT e outra de ciclo médio FM 954GLT. Os tratamentos serão as populações de plantas: 6, 7, 8 e 9 plantas metro-1 de linha e as doses de N em cobertura: 100 e 140 kg ha-1 de N, sendo parcelado em 50% aos 30 DAE e 50% aos 60 DAE na fonte ureia. O acúmulo de matéria seca da parte aérea será quantificado, assim como o acúmulo de nitrogênio e o teor de N foliar, aos 85 DAE; o índice de área foliar (IAF) será realizado aos 30, 45, 60, 75 e 90 DAE. Serão quantificadas as posições das estruturas frutíferas em P1, P2 e P3+ (posição 3 ou superior) e posteriormente serão agrupadas em terços (inferior, médio e superior); assim como os componentes de produção e produtividade do algodoeiro (plantas m-2, número de capulhos, peso médio de capulhos, produtividade e rendimento de fibra). A qualidade da fibra do algodão será avaliada pelo método HVI. Os dados serão submetidos à análise de variância e regressão e para os efeitos significativos as médias comparadas pelo teste de Tukey (p <0,05), utilizando o software estatístico Sisvar.