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Uma nova abordagem terapêutica de inibição da perda óssea utilizando-se a fitocistatina Csin-CPI-2 para o tratamento de doenças metabólicas ósseas

Processo: 18/10728-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2018
Vigência (Término): 31 de outubro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Rafael Scaf de Molon
Beneficiário:Ana Carolina Cindio
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Reumatologia   Doenças ósseas metabólicas   Doenças periodontais   Perda do osso alveolar   Artrite reumatoide   Metabolismo ósseo   Periodontite   Modelos animais de doenças   Camundongos

Resumo

Recentemente, vários estudos têm apontado para uma possível relação entre artrite reumatoide (AR) e doença periodontal (DP), impulsionada em parte pelas características comuns compartilhadas por ambas as doenças. Tanto a AR quanto a DP apresentam semelhanças nas vias inflamatórias, no desequilíbrio entre as citocinas pró e anti-inflamatórias, e estão associadas à destruição óssea mediada por citocinas inflamatórias e quimiocinas que alteram o metabolismo ósseo. Uma vez que ambas as doenças compartilham muitas características comuns, é altamente relevante investigar novas modalidades de tratamento para tratar AR e DP concomitantemente. Apesar de vários medicamentos disponíveis para o tratamento da AR, como os bisfosfonatos, anti-reumáticos (DMARD) e antiinflamatórios (AINEs), quase todos apresentam algum efeito deletério que pode levar a resultados adversos do tratamento.Portanto, o uso de cistatinas, como uma classe potencialmente nova de drogas de proteção óssea, pode ser considerado um possível candidato terapêutico eficaz para tratar doenças ósseas. Assim, o objetivo deste estudo será investigar o efeito de uma nova classe de drogas derivadas da laranja cítrica, as fitocistatinas Csin-CPI-2 que expressam cistatinas com a capacidade de inibir as catepsinas. Nós hipotetizamos que as fitocistatinas poderiam ter a capacidade de inibir a perda óssea causada por osteoclastos em um modelo animal com DP e AR. Para este propósito, camundongos machos DAB1/J com DP induzidos por ligaduras incubadas com P. gingivalis viva e artrite induzida por colágeno serão tratados com uma terapia sistêmica com Csin-CPI-2 injetado via intraperitoneal diariamente durante todo o período experimental. A gravidade da artrite e periodontite será avaliada por meio de analises clinicas, radiológica, histopatológica, imunológica (marcadores de inflamação e autoreatividade) e microbiológica.