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Preditores de neuroimagem funcional e estrutural da conversão de comprometimento cognitivo leve para demência da Doença de Alzheimer segundo a classificação AT(N)

Processo: 17/13906-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Marcio Luiz Figueredo Balthazar
Beneficiário:Thamires Naela Cardoso Magalhães
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):19/13003-4 - Biomarcadores moleculares e de neuroimagem que diferenciam pacientes que converteram para doença de Alzheimer, BE.EP.DR
Assunto(s):Neurociências   Neuroimagem   Doença de Alzheimer   Comprometimento cognitivo leve   Biomarcadores

Resumo

O tipo mais comum de demência é a Doença de Alzheimer (DA) e atualmente já passam dos 60 milhões de pessoas diagnosticadas com DA no mundo. Essa doença afeta a cognição, o comportamento e a independência do indivíduo, gerando grandes impactos na sociedade e se tornando um problema de saúde pública. Algumas das principais características patológicas da DA podem ser avaliadas através de biomarcadores, como as proteínas beta-amiloide (²A) e Tau, marcadores de neurodegeneração também podem ser avaliados, como a atrofia do hipocampo e a proteína Tau fosforilada. Atualmente, para ajudar no desenvolvimento de novas pesquisas, uma categorização patológica da doença foi conceitualizada, a chamada classificação AT(N), que evidencia a gravidade e não o estágio. Através dessa classificação é possível dividir os indivíduos em subgrupos: continuum fisiopatológico da DA (alterações da ²A e Tau), normais (sem evidencia de algum biomarcador) e assintomáticos com neurodegeneração (evidencia de atrofia hipocampal e/ou aumento da proteína Tau fosforilada), porém nenhum específico para DA. Um biomarcador que poderia prever o desenvolvimento de demência, mesmo antes do desenvolvimento de sintomas cognitivos, é essencial para interromper o processo neurodegenerativo, servir como um ponto final biológico em ensaios clínicos e desenvolvimento de fármacos eficientes. Os biomarcadores adquiridos por neuroimagem oferecem importantes ferramentas para se avaliar a doença in vivo e ainda com o maior benefício de não ser uma técnica invasiva. A identificação de anormalidades em redes funcionais e estruturais pode ajudar a entender o desenvolvimento da doença. Dividindo os pacientes com Comprometimento Cognitivo Leve (CCL) nessa nova classificação pretendemos, através de um estudo longitudinal, observar se existem diferenças entre os subgrupos e potenciais biomarcadores de neuroimagem que podem predizer com mais confiabilidade a conversão para DA. Pretendemos refinar as análises de neuroimagem, por métodos robustos que nos permitem realizar uma análise mais personalizada para cada indivíduo, já que também não está claro se indivíduos com algum biomarcador de neurodegeneração, amiloide ou ambos, apresentam disfunções na conectividade e/ou entre as estruturas anatômicas, assim como sua evolução clínica ao longo do tempo. (AU)