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Regulação epigenética do potencial osteogênico de células mesenquimais do ligamento periodontal

Processo: 17/12158-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Denise Carleto Andia
Beneficiário:Rahyza Inacio Freire de Assis
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):19/01727-8 - Regulação epigenética do potencial osteogênico em células mesenquimais derivadas do ligamento periodontal: ATAC-seq e análise de bioinformática, BE.EP.DR
Assunto(s):Epigênese genética   Células-tronco mesenquimais   Ligamento periodontal   Metilação de DNA   Hidroximetilação de DNA

Resumo

Por demonstrarem potencial osteogênico e capacidade de proliferação, as células multipotentes do ligamento periodontal de humanos (PDLSCs) são candidatas promissoras ao reparo periodontal e terapias regenerativas em várias doenças ósseas. No entanto, podem apresentar diferentes potenciais osteogênicos. Os mecanismos moleculares subjacentes e que dirigem a diferenciação óssea nas PDLSCs não são completamente entendidos, com pouca informação sobre perfil e regulação epigenéticos. Como o fenótipo celular é determinado pela regulação gênica linhagem-específica e mecanismos epigenéticos, tal informação é indispensável para a aplicação clínica segura das PDLSCs. O objetivo é produzir dados substanciais que ajudarão no conhecimento da osteogênese e diferenciação das PDLSCs. A primeira parte do projeto prevê o estudo das mudanças globais na metilação/hidroximetilação do genoma, em populações celulares com distintos potenciais osteogênicos, aos 3 e 10 dias de osteogênese. Com esta comparação, avaliaremos se o perfil epigenético é diferente entre elas e como esse perfil muda durante a diferenciação osteogênica, refletindo na expressão dos genes. Potenciais marcadores epigenéticos que caracterizam o perfil preferencial para o fenótipo osteoblástico e que podem ajudar na aplicação clínica serão identificados. Na segunda parte, investigaremos a possibilidade do RE1-silenciador de fator de transcrição (REST) ser um novo regulador da osteogênese e se sua ação pode ser modificada pelo resveratrol, com o objetivo de aumentar a diferenciação osteogênica, em PDLSCs com baixo potencial osteogênico e se isso pode ser conseguido pelo aumento da expressão do RUNX2. A regulação epigenética dos genes envolvidos nesse mecanismo e atividade das enzimas da maquinaria epigenética também serão avaliadas. (AU)