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Avaliação da eficácia da vacina de DNA quimérica do Vírus Zika e da proteína de associação à membrana lisossomal em camundongos

Processo: 18/18230-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2018
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Maria Notomi Sato
Beneficiário:Franciane Mouradian Emidio Teixeira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Imunogenicidade   Vacinas de DNA   Vírus Zika   Glicoproteínas de membrana associadas ao lisossomo   Modelos animais

Resumo

A epidemia promovida pela infecção pelo Vírus Zika (ZIKV - Zika Virus) teve uma extensão global, principalmente associada à ocorrência de Microcefalia, representando um fator agravante de saúde pública mundial. Apesar da redução no número de casos, o desenvolvimento de estratégias vacinais protetoras é uma prioridade. A imunização de camundongos com as proteínas virais completas pré-membrana, membrana e envelope (prM/M-E) foram descritas como sendo capazes de promover a produção de anticorpos neutralizantes contra o ZIKV. Já está estabelecido que estratégias vacinais que combinam a associação de antígenos virais conjugados à proteína de associação à membrana lisossomal (Lysosomal-Associated Membrane Protein - LAMP), induz maior amplitude de resposta celular e humoral, devido ao direcionamento dos antígenos para apresentação via MHC de classe II (major histocompatibility complex class II). Desta forma, é proposta avaliar uma formulação vacinal de DNA codificando para as proteínas prM/M-E de ZIKV fusionadas à LAMP, combinada com uma estratégia de adjuvante molecular (CIITA) que aumenta a expressão das moléculas de MHC II, em camundongos. Um grupo de pesquisadores do Instituto Aggeu Magalhães delinearam uma formulação de DNA vacinal codificando as proteínas completas C-prM/M-E de ZIKV fusionadas à LAMP. A imunogenicidade da construção de DNA será avaliada em camundongos BALB/c e C57Bl/6, e do adjuvante molecular CIITA, quanto a magnitude de resposta celular e humoral e resposta de longa duração, incluindo a geração de células T auxiliares foliculares, células B de centro germinativo e resposta T citotóxica frente ao ZIKV, bem como pela análise dos anticorpos quanto a capacidade de neutralização e maturação de afinidade. Além disso, será validada a eficácia vacinal ao desafio viral com ZIKV, pela proteção contra infecção. Esses achados contribuirão para os estudos de vacinas eficazes contra o ZIKV. (AU)

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