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Estereótipos da bruxa na Inglaterra e na Escócia: a cristalização discursiva de figuras disfóricas

Processo: 18/13695-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2019
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Estrangeiras Modernas
Pesquisador responsável:Elizabeth Harkot-de-La Taille
Beneficiário:Ana Carolina Lazzari Chiovatto
Supervisor no Exterior: Sarah Margot Dunnigan
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Edinburgh, Escócia  
Vinculado à bolsa:17/02150-0 - A consolidação do estereótipo da "bruxa" e sua ressignificação na contemporaneidade: nuances de uma alteridade disforizada, BP.DR
Assunto(s):Estereótipos (psicologia)   Feitiçaria   Literatura inglesa   Feminino

Resumo

O presente projeto de estágio de pesquisa no exterior (pelo período de 6 meses) tem por objetivo investigar a figura da bruxa como uma macrocategoria, que abarca dois estereótipos interligados - a hag e a enchantress, duas faces do feminino transgressor, cristalizadas de maneira disforizada ao longo da história como uma forma de mal encarnado. Nosso primeiro passo, portanto, é pesquisar como essa figura ganhou contornos e como desempenhou, na sociedade, seu papel de bode expiatório das ansiedades religiosas, políticas e econômicas de sua época. Para esse fim, os tratados The Discoverie of Witchcraft (1584), de Reginald Scot (1538-1599), e Daemonologie (1597), do rei James VI da Escócia e I da Inglaterra (1566-1625), e a tragédia Macbeth (c. 1603-1607), de William Shakespeare (1564-1616) serão extensivamente analisadas sob um viés principalmente discursivo, a fim de estabelecer um ponto de partida. Em seguida, utilizando estudos históricos como os de Hutton, Purkiss e Gaskill, e a crítica acerca das três obras supracitadas, é nossa intenção estudar panfletos que narram julgamentos de bruxas e obras literárias escritas por contemporâneos de Shakespeare, para nos permitir delinear o imaginário inglês e escocês no período assinalado. (AU)

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