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Áreas verdes e saúde humana: impacto das áreas verdes na saúde da população da região metropolitana de São Paulo

Processo: 18/13622-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 22 de fevereiro de 2019
Vigência (Término): 21 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Thais Mauad
Beneficiário:Tiana Carla Lopes Moreira
Supervisor no Exterior: Petros Koutrakis
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Harvard University, Cambridge, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/15989-6 - Áreas verdes e saúde humana: impacto da presença de áreas verdes na saúde da população da Região Metropolitana de São Paulo, BP.PD
Assunto(s):Epidemiologia   Cobertura do solo   Vegetação   Áreas verdes   Saúde

Resumo

A presença de vegetação no ambiente urbano oferece inúmeras vantagens para o ecossistema, além de benefícios sociais e econômicos que podem melhorar a saúde humana. Estudos na Europa e nos Estados Unidos mostram que os espaços verdes melhoram a qualidade geral do ar, a estética, promoção de atividade física, aumento de áreas sombreadas e o controle térmico. Além disso, os espaços verdes influenciam a saúde mental, cardiovascular, respiratória e gestacional das populações estudadas. No entanto, os conglomerados urbanos em países em desenvolvimento, como a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), têm uso e ocupação específicos do solo, o que muitas vezes difere dos países desenvolvidos. Nossas cidades geralmente têm áreas suburbanas compostas de comunidades de baixa renda e menos espaços verdes. As áreas centrais têm populações de alta densidade e renda mais alta e que oferecem mais espaços verdes. Portanto, ainda não está claro como as áreas verdes afetarão a saúde dos conglomerados urbanos, como a RMSP necessitando de mais estudos para implantação de políticas que aumentam a vegetação nas áreas urbanas. O índice de área verde intraurbana na RMSP é considerado pequeno e mal distribuído quando comparado a outras cidades. O objetivo deste estudo é usar a mesma metodologia de quantificação de cobertura do solo em uma cidade de um país desenvolvido (Boston) e em uma cidade de um país em desenvolvimento (São Paulo) e comparar os resultados em relação aos espaços verdes e os resultados de saúde. (AU)