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Neuroimagem funcional em idosos saudáveis: correlação entre ressonância magnética funcional no estado de repouso e mapeamento de acúmulo de peptídeo amilóide através de PiB-PET

Processo: 18/16610-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Geraldo Busatto Filho
Beneficiário:Luís Gustavo Baptista e Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/50329-6 - Neurociência translacional da doença de Alzheimer: estudos pré-clínicos e clínicos do peptídeo b-amiloide e outros biomarcadores, AP.TEM
Assunto(s):Tomografia por emissão de pósitrons   Neuroimagem   Ressonância magnética funcional

Resumo

O envelhecimento é um processo demograficamente importante na nossa sociedade que afeta a atividade cotidiana dos indivíduos. A nível cerebral, são muitas as mudanças observadas nos sujeitos idosos, mesmo naqueles que não apresentam indicativos de demência. Dentre essas mudanças, podemos destacar a deposição amiloide, biomarcador clássico da doença de Alzheimer que também pode ser observado em uma parcela dos idosos cognitivamente normais, e as alterações de conectividade funcional entre diferentes áreas do cérebro, que afetam a sincronia responsável pelo bom funcionamento cerebral. No presente trabalho, elencamos dois métodos seguros e não-invasivos de neuroimagem para estudar a natureza dessas mudanças no cérebro de idosos saudáveis: respectivamente, a tomografia por emissão de pósitrons usando o composto de Pittsburgh B como radioligante do peptídeo amiloide e a ressonância magnética funcional com imagens adquiridas no estado de repouso. A partir de uma análise de conectividade realizada no cérebro inteiro, sem demarcação de regiões de interesse prévias, e do perfil de proteína amiloide extraído de cada sujeito, esperamos traçar relações entre as supramencionadas mudanças neurobiológicas usando o método de Partial Least Squares (PLS). Com isto, poderemos fornecer um panorama mais abrangente do funcionamento do cérebro idoso, buscando a etiologia das alterações funcionais observadas nessa população e correlações entre seus efeitos.