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Síntese de nanocarreadores lipídicos para modulação de células tumorais e imunocompetentes

Processo: 18/12670-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Valtencir Zucolotto
Beneficiário:Edson José Comparetti
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/50947-7 - INCT 2014: em Células Tronco e Terapia Celular no Câncer, AP.TEM
Assunto(s):Nanomedicina   Carcinoma hepatocelular   Células tumorais   Nanopartículas lipídicas sólidas   Imunogenicidade   Microscopia de fluorescência   Citometria de fluxo

Resumo

O Câncer é uma das doenças crônicas mais recorrentes na população brasileira e mundial. O Carcinoma Hepatocelular Humano (HCC) é o segundo Câncer com maior número de mortes no mundo e a elevada frequência de casos de recidivas e metástases demandam o desenvolvimento de novas propostas terapêuticas. Um dos principais fatores que favorece o crescimento e expansão das células neoplásicas é sua capacidade de modular o microambiente tumoral e evadir-se da imunovigilância. A utilização de nanocompósitos para impedir a produção de proteínas ou citocinas imunossupressoras aumenta a atividade dos principais mecanismos efetores da imunidade celular. O presente projeto visa desenvolver um nanocarreador para o transporte de agentes imunomoduladores, tanto para o interior de células tumorais, quanto para células imunocompetentes. Nanopartículas lipídicas serão sintetizadas com os principais constituintes da membrana plasmática de células neoplásicas, e serão utilizadas para entregar material antigênico às células do sistema imune. Com o propósito de estabelecer uma resposta pró-inflamatória, as nanopartículas serão incorporadas com monofosforil lipídio A e uma sequência de oligonucleotídeo de interferência (siRNA ou LNA) de um oncogene. As nanopartículas serão expostas às células HCC, monócitos de sangue periférico de doadores saudáveis, células dendríticas (DCs) e macrófagos gerados in vitro. As nanopartículas serão testadas quanto à: a) internalização pelas células tumorais e células imunocompetentes; b) atividade imunomoduladora, pela expressão de marcadores de maturação/ativação e produção de citocinas e c) toxicidade dos nanocarreadores às células. A adesão/internalização será analisada através de microscopia de fluorescência e citometria de fluxo e a atividade citotóxica por exposição in vitro das células tumorais aos nanocarreadores e posterior análise por citometria de fluxo. Como resultados esperados, visamos aumentar a imunogenicidade das células tumorais e de modular positivamente a ação de células apresentadoras de antígenos. O projeto é inserido numa das áreas de fronteira da Nanomedicina, e possui caráter inovador e com grande potencial de aplicação. (AU)

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