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Perfil epidemiológico de pacientes com Sepse no Brasil: das unidades de urgência às unidades de terapia intensiva

Processo: 18/24189-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2019
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia
Pesquisador responsável:Flavia Ribeiro Machado
Beneficiário:Flavia Regina Gregorini
Instituição-sede: Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/21052-0 - Sepse: mecanismos, alvos terapêuticos e epidemiologia, AP.TEM
Assunto(s):Emergências   Prevalência   Choque séptico   Sepse   Sepse neonatal

Resumo

Não se sabe qual é a real incidência e mortalidade da sepse no Brasil entre adultos ou em crianças e neonatos, nem o perfil microbiológico das IRAS. Justifica-se assim a realização de estudos epidemiológicos visando obter informações sobre prevalência, incidência, adequação do tratamento e letalidade de pacientes adultos com sepse, admitidos em serviços de urgência e emergência de hospitais brasileiros em todas as regiões do país bem como pacientes pediátricos ou neonatos internados em unidades de terapia intensiva e o padrão microbiológico bem como o impacto real das IRAS na letalidade. Esse melhor entendimento pode embasar ações de saúde voltadas para combate a essa doença, responsável por número significativo de óbitos no nosso país. Nesse sentido, o presente projeto visa desenvolver quatro diferentes estudos clínicos dividido em quatro subprojetos, com objetivos e metodologias descritos a seguir. O bolsista TT dará suporte às atividades de todos os projetos. Subprojeto 1. SPREAD-ED - Sepsis Prevalence Assessment Database in Emergency Department. Perfil epidemiológico da sepse em emergências brasileiras: prevalência, características clínicas e letalidade. Objetivos: Avaliar a prevalência de sepse e choque séptico em unidades de urgência e emergência de hospitais nas diferentes regiões geográficas brasileiras. Subprojeto 2. SPREAD Ped - Sepsis Prevalence Assessment Database in the Pediatric population. Perfil epidemiológico da sepse em unidades de terapia intensiva pediátricas (UTIP) de hospitais brasileiros. Objetivos: Avaliar a prevalência da sepse grave e choque séptico em UTIP nas diferentes regiões geográficas brasileiras. Subprojeto 3. SPREAD Neo - Sepsis Prevalence Assessment Database Neonatal population. Perfil epidemiológico da sepse em unidades de terapia intensiva neonatais de hospitais brasileiros. Objetivos: O objetivo primário é avaliar a prevalência da sepse neonatal e/ou choque séptico neonatal em UTIN brasileiras. Subprojeto 4. SPREAD - HAI. Sepsis Prevalence Assessment Database in Healthcare Associated Infections. Perfil epidemiológico da sepse em pacientes com infecções relacionadas a assistência à saúde. Objetivos: O objetivo primário desse estudo é avaliar a prevalência de infecções relacionadas a assistência a saúde em pacientes com diagnóstico de sepse ou choque séptico em unidades de terapia intensiva adulto nas diferentes regiões geográficas brasileiras. Atividades do bolsista: O bolsista de treinamento técnico estará envolvido nas atividades dos projetos acima e na rotina do processamento dos dados e análises. Durante a elaboração dos estudos, o bolsista será responsável por, juntamente com os investigadores principais, realizar a aleatorização e convite as UTIs nos diversos estudos, controlar a aceitação ou recusa das unidades e o retorno dessas unidades dos questionários de dados organizacionais que serão solicitados. Do mesmo modo, será responsável ainda por auxiliar na elaboração dos formulários de coleta dos dados e na realização dos treinamentos para preenchimento adequado destes. Na fase de coleta de dados, o bolsista ajudará na avaliação da consistência dos dados epidemiológicos coletados nos diversos estudos, gerará questões aos investigadores locais sobre eventuais divergências de coleta e dados significativos faltantes, fará os ajustes para garantir a análise adequada dos dados e realizará as análises estatísticas iniciais dos estudos. Ao final do período, o bolsista terá realizado um treinamento em pesquisa clínica que o possibilitará aplicar as técnicas de boas práticas clínicas em pesquisa em atividades posteriores.

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