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Redes cerebrais estruturais e funcionais: das conexões à cognição um estudo aplicado em Doença Cerebral de Pequenos Vasos

Processo: 17/22212-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2019
Vigência (Término): 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Pesquisador responsável:Renata Ferranti Leoni
Beneficiário:Pedro Henrique Rodrigues da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neuroimagem   Cognição   Imagem por ressonância magnética   Doenças de pequenos vasos cerebrais   Conectividade cerebral   Testes neuropsicológicos

Resumo

No cérebro humano, as interações neuronais representam a dinâmica de uma conectividade estrutural fixa que está subjacente à cognição e ao comportamento. A divergência entre conectividade funcional (dinâmica) e conectividade estrutural (fixa) é, talvez, a propriedade mais intrigante do cérebro e convida pesquisas intensivas. Ao estudar a dinâmica e a auto-organização das redes funcionais, podemos entender melhor o funcionamento do cérebro e sua relação com a cognição. Buscaremos, então, responder a essas questões testando se o padrão em redes funcionais do estado de repouso pode prever ativações de tarefas cognitivas em regiões estendidas e como a conectividade estrutural está relacionada a isso. Nesse contexto, avaliaremos a localização e integração funcionais em resposta à execução de uma tarefa cognitiva, o Symbol Digit Modalities Test (SDMT), que avalia Velocidade de Processamento da Informação (VPI), adaptada para o ambiente da Ressonância Magnética (RM). Mais especificamente, examinaremos como as regiões dentro da rede cerebral interagem entre si estudando a conectividade efetiva, definida como a forma como uma região influencia ou causa atividade em outra durante o processo neural particular. Para fins de aplicação clínica, pacientes com Doença Cerebral de Pequenos Vasos (DCPV) são de grande interesse, dado o impacto em saúde pública global, as questões em aberto acerca dos danos estruturais e funcionais que a doença ocasiona e a grande incidência de déficit cognitivo em velocidade de processamento. Assim, com o desenvolvimento do presente trabalho, esperamos determinar um processo estruturado para investigar a dinâmica das redes funcionais, sua relação com as redes estruturais e o desempenho cognitivo em VPI em indivíduos saudáveis e em um grupo clínico com DCPV a partir de dados empíricos obtidos com aquisição de imagens de RM e avaliação neuropsicológica. (AU)

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